Médica da UTI do Hospital Evangélico é solta no Paraná após um mês

Virgínia Soares de Souza é acusada de homicídio duplamente qualificado e formação de quadrilha

Julio Cesar Lima, Especial para o Estado,

20 de março de 2013 | 16h33

CURITIBA - A médica e ex-chefe da UTI Geral do Hospital Evangélico, em Curitiba, Virgínia Soares de Souza, 56, deixou o Centro de Triagem I, na capital paranaense às 16 horas desta quarta-feira (20). O juiz Daniel Surdi de Avelar, da 2ª Vara do Tribunal de Júri, atendeu ao pedido de "habeas corpus" da defesa e determinou sua liberação. Ela e o advogado de defesa, Elias Mattar Assad, deixaram a instituição sem falar com a imprensa.

Virgínia estava detida de forma temporária desde o dia 19 de fevereiro, mas em seguida sua prisão passou a ser "preventiva". Ela é acusada de homicídio duplamente qualificado e formação de quadrilha juntamente com mais sete médicos e enfermeiros (todos em liberdade).

Em denúncia do Ministério Público apresentada à Justiça na última semana, eles são acusados de envolvimento nas mortes de sete pessoas que estavam na UTI, além de serem suspeitos de outras 21 mortes.

Tudo o que sabemos sobre:
Hospital Evangélico

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.