Tayna Hian/PREFEITURA DE RIO CLARO
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Médicos militares vão atuar no combate à dengue em São Paulo

Ação de PMs faz parte de plano de emergência criado pela Secretaria Estadual da Saúde

Fabiana Cambricoli, O Estado de S.Paulo

25 Março 2015 | 18h12

SÃO PAULO - A Secretaria Estadual da Saúde convocou 30 médicos da Polícia Militar para fazer parte de uma força-tarefa montada para combater a dengue no Estado. Até o dia 20 de março, São Paulo registrou mais de 80 mil casos confirmados da doença, 73% a mais do que no primeiro trimestre do ano passado. Pelo menos 70 pessoas já morreram por complicações da dengue desde janeiro em municípios paulistas.

Em plano de emergência apresentado nesta quarta-feira, 25, a secretaria reafirmou que o número de agentes estaduais que apoiarão as prefeituras no combate à doença vai dobrar - além dos 500 já existentes, outros 500 foram contratados, além dos 30 médicos militares.

Com orçamento de R$ 6 milhões para os próximos três meses, o plano inclui ainda a compra de 150 equipamentos de aplicação de inseticidas e de 57 novos veículos para os trabalhos dos agentes. De acordo com a secretaria, com a alta de casos no Estado, o volume de inseticida consumido até agora já é 13 vezes maior do que o utilizado no primeiro trimestre de 2014. Naquele ano, o Estado teve 196 mil casos e 90 mortes.

A pasta informou ainda que fez parcerias com a iniciativa privada para auxiliar nos trabalhos de prevenção e combate aos criadouros do mosquito Aedes aegypti. A operadora de telefonia Claro foi contratada para enviar 10 milhões de torpedos de alerta sobre a dengue. Mensagens educativas também serão exibidas no Metrô e em rodovias estaduais.

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