Médicos prestam depoimento sobre bebê que teve a perna amputada no Rio

Após procedimento neurocirúrgico, criança teve queimadura severa e teve a perna amputada após seis dias

Priscila Trindade, Central de Notícias

14 Março 2011 | 12h06

SÃO PAULO - Pelo menos dois médicos do Instituto Fernandes Figueira, vinculado à Fundação Oswaldo Cruz (IFF/Fiocruz), na Zona Sul do Rio de Janeiro, prestaram depoimento na manhã desta segunda-feira, 14, na 9ª Delegacia de Polícia (Catete), que investiga o caso de um recém-nascido que teve a perna amputada. As 11h30, os médicos já tinham sido ouvidos.

 

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A criança nasceu no dia 21 de fevereiro com quadro de hidroanencefalia grave e precisou passar por uma cirurgia para drenar o líquido do crânio.

 

Em nota, o instituto disse que durante a cirurgia, a equipe observou a ocorrência de uma queimadura na região da perna direita, onde havia sido colocada a placa para utilização do bisturi elétrico, procedimento considerado padrão pelo IFF. Após seis dias do ocorrido, a equipe médica decidiu amputar a perna direita. A cirurgia foi realizada no dia 7 deste mês. O instituto afirmou ter aberto sindicância para apurar o ocorrido.

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