Médicos residentes também atuarão em postos de saúde em SP

Até o ano passado, Secretaria Municipal da Saúde oferecia residência apenas em hospitais; medida tenta diminuir déficit de profissionais em unidades da periferia

Fabiana Cambricoli, O Estado de S.Paulo

06 Março 2014 | 13h56

Em mais uma tentativa de diminuir o déficit de médicos em postos de saúde da periferia, a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo terá médicos residentes atuando também em unidades de atenção básica, e não só em hospitais, como ocorria até agora.

Os novos médicos foram recebidos pelo prefeito Fernando Haddad (PT) e pelo secretário da Saúde, José de Filippi Jr., em evento na manhã desta quinta-feira, 5. No total, serão 357 novos médicos residentes em atuação na capital. Cerca de cem deles trabalharão na atenção básica.

“Em relação ao ano passado, nós ampliamos de 209 para 357 as vagas de residência. Primeiro, ampliamos as residências onde elas já existiam, nos hospitais. A novidade foi a criação de um plano de residência em rede para cinco clínicas: psiquiatria, médico da família, pediatria, clínica médica e ginecologia. (Com isso) Nós vamos conseguir levar médicos para a atenção básica, onde a população demanda e nós temos dificuldade de preencher (as vagas)”, disse ele.

O secretário afirmou que, até o final do mandato, a prefeitura quer aumentar para cerca de 1,7 mil o número de vagas de residência oferecidas.

 

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