Medley lança campanha “Pandemia tem gênero”, um alerta para o aumento da desigualdade
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Medley lança campanha “Pandemia tem gênero”, um alerta para o aumento da desigualdade

Empresa faz parceria com plataforma online de voluntariado para ajudar mulheres em situação de vulnerabilidade

Medley, Media Lab Estadão
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02 de setembro de 2020 | 10h19

A pandemia sobrecarregou ainda mais as mulheres, que têm de dar conta do trabalho, da casa e ainda cuidar das crianças, impedidas de ir à escola por causa do isolamento social. Números da Organização das Nações Unidas (ONU) divulgados recentemente mostraram que, enquanto elas têm dedicado cerca de quatro horas diárias às tarefas domésticas e à família, os homens gastam pouco mais de uma hora do seu dia nesses cuidados. 

Além dessa sobrecarga física e emocional, as mulheres também têm de lidar com os efeitos colaterais da pandemia, como o aumento da violência doméstica e da desigualdade social em tempos de crescimento das taxas de desemprego, questões que impactam diretamente na saúde dessas mulheres, que enfrentam insônia, crises de ansiedade e até depressão.  

De olho nesse cenário desafiador, a Medley, marca referência na indústria farmacêutica no Brasil, criou a campanha “Pandemia tem gênero” em parceria com o Atados, plataforma online que conecta pessoas a oportunidades de voluntariado em causas sociais. “A mulher que cuida de todos não é cuidada”, lembrou Denise Mello, líder de Branding e Projetos Estratégicos da Medley, em uma live na TV Estadão transmitida em todas as redes sociais do jornal. “Sentimos a necessidade de discutir com parceiros o que poderíamos fazer a respeito. Foi por isso que surgiu a ideia da campanha, onde reforçamos o compromisso da Medley com a saúde das mulheres, damos visibilidade aos dados dessa desigualdade e, ao mesmo tempo, oferecemos suporte ao conectar mulheres em situação de vulnerabilidade com organizações não governamentais (ONGs) selecionadas e parceiras”, explica. 

A Medley escolheu três ONGs com histórico de apoio à mulher para fazerem parte da primeira fase do projeto: a Asplande, que ajuda mulheres chefes de família a empreender e impactar a economia local das comunidades no RJ; a Orienta Vida, que capacita mulheres com oficinas de corte e costura e desenvolve projetos socioculturais na região do Vale do Parnaíba; e a Segura a Curva das Mães, que oferece apoio psicossocial e suporte jurídico para mulheres e famílias em situação de vulnerabilidade. “A gente conecta as ONGs com as mulheres que precisam de ajuda ou que querem ajudar”, destacou Denise Mello.

Fernanda Dall’Antonia, gerente de Projetos do Atados, explicou como funciona essa parceria. “Nós somos uma plataforma de voluntariado. Você entra no nosso site e consegue buscar formas de ajudar essas organizações. As ONGs abrem vagas para voluntários, e qualquer pessoa, ao acessar, pode encontrar uma forma de ajudar. Durante a pandemia todas as vagas de voluntariado estão sendo virtuais; não tem nem desculpa para a gente ficar parado sem fazer alguma coisa”, ressaltou. 

A campanha “Pandemia tem gênero” está no ar há um mês e meio na TV e nas mídias sociais com ótimos resultados. “Uma das ONGs aumentou em 700% o volume de doações e registrou um aumento no número de voluntários, ou seja, mais pessoas receberam ajuda, mas também mais pessoas estão doando, ou financeiramente ou o próprio tempo”, comemorou Denise Mello, líder de Branding e Projetos Estratégicos da Medley.

Assista ao vídeo completo da Live "Pandemia tem gênero: Nenhuma mulher precisa enfrentar a desigualdade sozinha"

 

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