JF Diorio/Estadão
JF Diorio/Estadão

Meninas que passaram mal após vacina contra HPV têm alta

Adolescente de 13 anos continua internada; jovens se queixaram de dores após aplicação da dose em uma escola estadual de Bertioga

Zuleide de Barros , Especial para O Estado

10 Setembro 2014 | 19h18

SANTOS - Duas adolescentes de 12 anos com sintomas de provável reação à segunda dose da vacina contra o HPV, aplicada na última quinta-feira, 4, em uma escola estadual de Bertioga, na Baixada Santista, tiveram alta no fim da tarde desta quarta-feira, 10. Elas estavam internadas desde o fim de semana no Hospital Guilherme Álvaro, em Santos. A terceira estudante, de 13 anos, que apresentou sintomas mais acentuados, como dificuldades de locomoção, continua internada para observação. 

Desde segunda-feira, Luana e Mariana, as duas estudantes que tiveram alta, apresentavam quadro estável, mas permaneceram no hospital para uma bateria de exames, cujos resultados foram liberados nesta quarta. Como não apresentavam mais queixas, foram liberadas. Já a menina de 13 anos, que queixava-se de dores no corpo e dizia não sentir as pernas, ainda vai passar por uma série de exames, embora as dores tenham diminuído.

As três jovens integram um grupo de onze meninas que, logo após a aplicação da vacina, apresentaram mal-estar, o que levou a escola a levá-las até o Pronto-Socorro de Bertioga. Oito garotas foram liberadas, mas as três foram encaminhadas primeiramente para o Hospital Santo Amaro, em Guarujá e, depois, para o Guilherme Álvaro, em Santos, que é uma unidade estadual considerada de referência para a região. 

Logo após tomar conhecimento do caso, a diretora de Imunização da Secretaria Estadual de Saúde, Helena Sato, foi a Santos para acompanhar o quadro das três estudantes. Ela descartou problemas no lote de vacinas e problemas na aplicação ou armazenamento.

Mais conteúdo sobre:
HPV

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.