México, EUA e Canadá criam frente científica contra gripe suína

Número de mortes no México chega a 152; nos Estados Unidos, há mais de 50 casos da doença

Efe,

28 Abril 2009 | 04h16

Os governos de México, Estados Unidos e Canadá decidiram realizar reuniões científicas para "enfrentar conjuntamente e com eficácia as atividades de prevenção e de contenção" do vírus da gripe suína, anunciou na segunda-feira, 27, o ministro da Saúde mexicano, José Ángel Córdova.

 

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"Os três países decidiram sustentar reuniões periódicas de coordenação e troca de informação científica para enfrentar conjuntamente e com eficácia as atividades de prevenção e de contenção", disse.

 

O ministro assegurou que as autoridades sanitárias mexicanas estiveram "em contato permanente com seus colegas de EUA e Canadá para coordenar ações de pesquisa e adotar medidas preventivas para evitar a propagação do vírus".

 

Além disso, o governo dos Estados Unidos vai divulgar nesta terça-feira novos detalhes da operação criada para combater a doença. Os novos detalhes serão conhecidos depois do país registrar ao menos 50 casos da gripe no território americano, sem nenhuma morte.

 

Apesar de o presidente Barack Obama ter indicado que não existe motivo de alarme, a Administração de Alimentos e Drogas (FDA, na sigla em inglês) autorizou certos medicamentos e instrumentos de diagnóstico para ser usados contra a gripe suína.

 

O Departamento de Defesa informou que acompanha a situação criada pela gripe suína e que está pronto para adotar medidas destinadas a proteger a população militar.

 

No México foram registradas 152 mortes suspeitas, sendo que em 20 casos foi confirmada a presença do vírus A/H1N1, enquanto nos Estados Unidos há mais de 50 casos e no Canadá outros seis de contagiados confirmados. Há ainda casos na Espanha e na Escócia. Noruega e Coreia do Sul têm suspeitas da doença, assim como Nova Zelândia, França e Israel.

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