Ulises Ruiz|EFE
Trabalhadora de saúde checa temperatura de estudante Ulises Ruiz|EFE

Trabalhadora de saúde checa temperatura de estudante Ulises Ruiz|EFE

México ultrapassa 56 mil mortos pela covid-19

635 novas mortes foram confirmadas nas últimas 24 horas, colocando o país em sexto lugar com maior número de óbitos

Redação , O Estado de S.Paulo

Atualizado

Trabalhadora de saúde checa temperatura de estudante Ulises Ruiz|EFE

A pandemia do novo coronavírus já causou 56.543 mortes no México, quando 635 novas pessoas foram confirmadas neste sábado, embora as autoridades indicaram que a intensidade do surto está diminuindo.

No relatório técnico diário, o Ministério da Saúde (SSa) também adicionou 6.345 novos casos do novo coronavírus para um total de 517.714 contágios, cinco meses e meio após a confirmação do primeiro paciente confirmado no México.

 A ocupação hospitalar a nível nacional caiu para 40% sem nenhum estado acima do nível de segurança de ocupação, que as autoridades estimam em 70%.

Com os últimos números, o México ocupa novamente o sexto lugar em casos acumulados em todo o mundo, de acordo com a Universidade Johns Hopkins. Sendo o terceiro lugar em mortes, embora em proporção à sua população esteja em 11º lugar, com quase 440 mortes por milhão de habitantes./ EFE

 

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América Latina supera 6 milhões de casos do novo coronavírus

Região confirmou 1 milhão de casos em apenas 11 dias; país mais castigado é o Brasil, com 3,2 milhões de infecções

Redação, O Estado de S.Paulo

15 de agosto de 2020 | 03h22

A América Latina ultrapassou a marca de 6 milhões de casos do novo coronavírus nesta sexta-feira, 14. O número de infecções cresce enquanto os países começam a relaxar as medidas de distanciamento social.

A região mais castigada pela pandemia no mundo registrou nos últimos 7 dias uma média diária de 86 mil novos casos e 2.600 óbitos. Até esta sexta-feira, 6.000.005 casos foram confirmados e 237.360 pessoas morreram em decorrência da covid-19 nos países da América Latina. 

A Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) alertou neste mês sobre um possível aumento de casos de outras doenças devido à saturação dos serviços de saúde e suspensão de campanhas de vacinação em alguns países. 

O Fundo Monetário Internacional previu em junho que a economia da região teria contração de 9,4% este ano. 

O país mais afetado pela pandemia na América Latina é o Brasil, que só está atrás dos Estados Unidos em número de casos e representa 15% de todas as infecções registradas no mundo. 

Dos países que já registraram mais de 100 mil casos do novo coronavírus, Peru e Chile têm as maiores taxas de incidência e mortalidade por 100 mil habitantes. 

A região passou de 5 para 6 milhões de casos em apenas 11 dias, um dia a menos do que levou para atingir o último milhão./REUTERS

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Peru e México ultrapassam marca de 500 mil casos de covid-19

Taxa de mortalidade no Peru é a maior da América Latina: 78,6 por 100 mil habitantes

Redação, O Estado de S.Paulo

14 de agosto de 2020 | 02h38

México e Peru ultrapassaram nesta quinta-feira, 13, a marca de 500 mil casos de coronavírus. O Peru, que apresenta a maior taxa de mortalidade da América Latina, com 78,6 mortes a cada 100 mil habitantes, registrou novo recorde diário de casos. 

O México ocupa atualmente o sexto lugar no mundo em contágios e o terceiro em número de vítimas do coronavírus, com 55 mil mortes confirmadas. No boletim divulgado na quinta-feira, o governo mexicano anunciou 7.371 novos casos e 627 óbitos em decorrência da covid-19.

No Peru, 9.441 novos casos foram registrados, elevando o total de contágios a 507.996. Desde o início da pandemia, o país confirmou 25.648 mortes pelo novo coronavírus. 

O vice-ministro da Saúde Pública, Luis Suarez, que informou os dados em entrevista coletiva, também disse que na próxima semana haverá uma atualização de dados sobre vítimas de covid-19 no Peru com "informações mais completas" e que, a partir de então, os dados sobre contágios poderão ser conferidos "em tempo real". 

No México, esta semana é a 11ª da chamada "nova normalidade" definida pelas autoridades do país, que funciona com base em um semáforo epidemiológico de quatro cores que regula a abertura das atividades econômicas e sociais. Nesta quinta-feira, 16 das 32 jurisdições permanecem na cor vermelha, o nível máximo de risco epidémico, enquanto as outras 16 estão laranja, considerado de alto risco. Até agora, nenhum estado foi declarado em amarelo (risco médio) ou verde (baixo risco)./EFE

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