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Luis Acosta/AFP
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Ministro diz que Pfizer vai antecipar sete milhões de doses de vacina contra covid

Com nova alta de casos e mortes, Brasil sofre para acelerar campanha de imunização; governo Bolsonaro ignorou e-mails da farmacêutica no ano passado

Julia Affonso, O Estado de S.Paulo

16 de junho de 2021 | 21h27

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, informou nesta quarta-feira, 16, que a Pfizer vai antecipar 7 milhões de doses de vacina contra a covid-19 para o Brasil em julho. Com nova alta de casos e mortes pelo coronavírus, o País sofre para acelerar o ritmo da campanha de imunização e conter a pandemia. 

Inicialmente, segundo o ministro, a farmacêutica americana forneceria 8 milhões de doses do imunizante."Vamos receber (no total) 15 milhões de dose da vacina Pfizer no mês de julho, o que contribuirá para acelerar a campanha de vacinação", disse. Queiroga afirmou que a empresa atendeu ao pedido do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para antecipar o número de doses do imunizante.

"Pleiteamos junto à Pfizer, haja vista que o Brasil tem um contrato para 200 milhões de doses, a antecipação de doses e conseguimos hoje uma resposta da Pfizer, atendendo à solicitação do presidente da República", disse. Bolsonaro, Queiroga e outros ministros reuniram-se, por videoconferência, com o presidente da farmacêutica para a América Latina, Carlos Murillo, na segunda-feira, 14. 

Segundo apuração feita pela CPI da Covid no Senado, a gestão Bolsonaro ignorou e-mails da Pfizer com ofertas de imunizantes no segundo semestre de 2020 e no início deste ano. O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) afirma que foram 53 mensagens eletrônicas sem resposta. Parlamentares apontam omissão do governo federal na aquisição do produto. 

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