Mortes relacionadas à gripe A passam de 2.800, segundo OMS

Órgão diz que número cresceu pelo aumento de casos constatados, e não da letalidade do vírus

Gabriel Bueno, da Agência Estado,

04 Setembro 2009 | 09h29

A Organização Mundial de Saúde (OMS) informou, nesta sexta-feira, 4, que mais de 2.800 pessoas já morreram após contraírem o vírus da gripe A H1N1 em todo o mundo. "Há agora pelo menos 2.837 mortes atribuídas à pandemia H1N1", disse um porta-voz da OMS.

 

O número representa um aumento de 652 mortes, em comparação com o balanço anterior, de 2.185 mortos, divulgado há uma semana. Segundo o porta-voz, o aumento é reflexo do aumento geral de pessoas infectadas, não de um suposto aumento da virulência do vírus. "No sentido de que o vírus tornou-se mais virulento, não. É apenas que o volume de casos está aumentando", notou o funcionário.

 

Também nesta sexta-feira, a agência estatal chinesa Xinhua informou que mais 34 estudantes contraíram o vírus na China, em duas escolas. Dezessete dos casos ocorreram em uma escola no condado de Lixin, província de Anhui, enquanto os outros foram registrados em Zhengzhou, capital da província de Henan. As duas províncias ficam no leste chinês.

 

A Xinhua notou que o número de casos tem aumentado, desde o início do semestre escolar no país. As autoridades de saúde chinesas já registraram 3.981 casos. No mundo todo, a OMS registra 254.206 casos, mas a entidade nota que, como os países deixaram de contabilizar todas as ocorrências, o número real de contaminados pelo vírus é maior.

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