Mortes relacionadas ao tabaco em Nova York diminuem 17% em oito anos

De 2002 a 2009, número de fumantes caiu quase um terço; cidade trava luta contra o cigarro

Reuters

28 Outubro 2010 | 16h44

NOVA YORK - As mortes relacionadas ao tabaco em Nova York caíram 17% nos últimos oito anos, e o número de fumantes diminuiu quase um terço, de acordo com o departamento de saúde da cidade.

Segundo o órgão, a quantidade de pessoas mortas por doenças relacionadas ao cigarro passou de 8.700 em 2002 para 7.200 em 2009, período que coincide com uma severa campanha antitabaco promovida pelo prefeito Michael Bloomberg.

Bloomberg proibiu o fumo em bares e restaurantes em 2003 e, recentemente, propôs a extensão da restrição para parques, praias, calçadões, praças e outros espaços públicos ao ar livre.

"Nós reduzimos o número de fumantes adultos em 350 mil pessoas e impedimos milhares de mortes prematuras", disse em comunicado o comissário de saúde de Nova York, Thomas Farley.

"Essa é uma boa notícia, mas o tabaco ainda mata mais de 7 mil nova-iorquinos por ano, além de provocar derrames, ataques cardíacos, doenças pulmonares e cânceres em outros milhares", afirmou.

Além de implantar medidas proibitivas, a prefeitura fornece adesivos e gomas de mascar com nicotina para 250 mil moradores desde 2003, ajudando 80 mil fumantes a largar o vício, segundo o departamento de saúde. Anúncios que alertam sobre os danos causados no organismo pelo cigarro também convenceram as pessoas a parar, acrescentou.

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