Na linha de frente
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Na linha de frente

No Dia do Médico, um olhar sobre aqueles que realmente se engajaram na luta contra o vírus

Estadão Blue Studio, O Estado de S.Paulo

18 de outubro de 2021 | 07h30

Desde março do ano passado, quando a rotina dos hospitais e das pessoas começou a mudar de forma inédita e radical, grande parte dos profissionais reafirmou suas convicções com a profissão. Abdicaram muitas vezes de sua vida pessoal, mergulharam nos avanços da ciência e começaram a lutar dia e noite pela vida dos seus pacientes. Com técnicas homologadas pela prática médica e, principalmente, humanidade em suas ações. Existem também aqueles que, desde quando eram estudantes, abriram mão de cuidar diretamente dos pacientes para mergulhar nos laboratórios, atrás de descobertas científicas que, depois de um tempo, não ajudam uma pessoa, mas sim milhares delas. São médicos que usam tecnologia e ciência básica para, ao olhar para os problemas da humanidade, ajudar a tentar resolvê-los com novas descobertas. Depois da pandemia, a classe dos profissionais de saúde, que envolve também as enfermeiras e enfermeiros, que tiveram um trabalho fundamental na linha de frente da luta contra a covid-19, voltou a debater ainda mais a questão da humanização na Medicina. Será que o legado da trágica crise sanitária que atingiu o mundo vão ser consultas mais demoradas, baseadas em uma boa conversa? 

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