No Brasil, não há registro de problemas com próteses francesas

Menos de 1,5 mil brasileiras receberam os implantes que são alvo de investigação na França

estadao.com.br,

20 de dezembro de 2011 | 18h58

No Brasil, não há registros de problemas relacionados às próteses francesas da marca PIP, proibidas no país desde 2010. Na França, elas são alvo de investigação por suspeita de causarem ao menos uma morte.

 

Menos de 1,5 mil brasileiras receberam os implantes franceses, segundo um levantamento da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. No país, hoje são comercializadas cerca de 15 marcas.

"Aqui houve apenas casos isolados", diz o presidente da sociedade, Sebastião Guerra. "Também não há casos de câncer causados por próteses", reforça ele.

Na época da proibição, a sociedade recomendou aos especialistas que tivessem implantado essas próteses que procurassem suas pacientes, sugerindo uma avaliação médica. A sociedade formou, inclusive, uma comissão para acompanhar possíveis problemas.

O implante de silicone é a cirurgia plástica mais realizada no país, superando a lipoaspiração. A operação responde por 21% de todos os procedimentos estéticos realizados, totalizando cerca de 150 mil cirurgias ao ano.

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