DIVULGAÇÃO/SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE
DIVULGAÇÃO/SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE

No Rio, foliões tomam vacina contra febre amarela a caminho de blocos de carnaval

Com o Dia D da vacinação, meta da Secretaria Estadual de Saúde é imunizar 600 mil pessoas nos 92 municípios fluminenses

Roberta Pennafort, O Estado de S.Paulo

27 Janeiro 2018 | 17h26
Atualizado 27 Janeiro 2018 | 19h55

O Estado do Rio realizou neste sábado, 27, o Dia D da vacinação contra a febre amarela. A meta era imunizar 600 mil pessoas nos 92 municípios fluminenses. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, a marca não foi alcançada: foram aplicadas 500 mil vacinas. A chuva que atingiu várias regiões pode ter atrapalhado.

Ficaram abertos das 8 às 17 horas os postos de saúde municipais, 29 UPAs, hospitais, tendas, unidades da polícia, quartéis de bombeiros e outros prédios públicos, como o da Assembleia Legislativa e o do Tribunal de Justiça, no centro da capital.

O secretário Luiz Antonio Teixeira Jr. acompanhou a vacinação e convocou a população a aderir. Pais e filhos se imunizaram juntos, e até pessoas fantasiadas que iam para blocos de carnaval aproveitaram os postos no caminho.

Já foi imunizada mais da metade da população do Estado, cerca de 8,1 milhões de pessoas, restando 5,9 milhões ainda por vacinar. Conforme a SES, o Rio é o Estado que mais vacinou em 2017.

++ SP registra 36 mortes e 81 casos de febre amarela; reação à vacina mata 3

Na sexta-feira, 26, subiu para 26 o número de casos de febre amarela silvestre em humanos no mês de janeiro no Estado, conforme boletim divulgado pela secretaria. A maior parte segue em Valença, no Sul do Estado – 13 registros – e em Teresópolis, na Região Serrana – quatro registros. O município de Sumidouro, na região central do Estado, teve mais uma ocorrência confirmada, somando duas. Já foram confirmadas oito mortes.

Nova Friburgo, Petrópolis, Miguel Pereira, Duas Barras, Rio das Flores e Vassouras são outras cidades também com casos de febre amarela silvestre. Em Niterói, no Grande Rio, um macaco foi contaminado. A SES ressalta que os macacos não transmitem a doença, e sim mosquitos – o alerta é uma forma de evitar que humanos matem os primatas inadvertidamente, como vem acontecendo no Rio – já são 131 mortes este mês, a maior parte, por agressão ou envenenamento.

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.