Noroeste paulista contabiliza 19 mortes pelo H1N1

Região contabiliza mais de um terço dos 5 óbitos registrados no Estado

José Maria Tomazela, O Estado de S.Paulo

02 Abril 2016 | 11h49

Mais duas mortes causadas pela gripe H1N1 foram confirmadas pelas prefeituras na região noroeste do Estado de São Paulo. Até a manhã deste sábado, 2, a região somava 19 mortes pela gripe, mais de um terço dos 55 óbitos já contabilizados no Estado. A campanha de vacinação contra a gripe foi antecipada na região, mas atende apenas o grupo de risco e há corrida aos postos de saúde e clínicas particulares. Na sexta-feira ,1, foi confirmada a morte de uma mulher de 62 anos, moradora de Luiziânia. Ela estava internada com diagnóstico da gripe na Santa Casa de Penápolis.

Outro óbito, de um homem de 59 anos, foi confirmado pela Secretara de Saúde de São José do Rio Preto. É a terceira morte por H1N1 na cidade este ano. O número de casos causou uma grande corrida aos postos e clínicas em busca da vacina. Em algumas unidades, houve confusão e a Polícia Militar teve de intervir. Em General Salgado, onde houve três mortes, chegou-se a cogitar a suspensão das aulas. O clima é de medo também em Mirassol, com três óbitos confirmados por H1N1.

Em Jaú, centro-norte paulista, a Secretaria Municipal de Saúde confirmou na sexta a morte de uma mulher de 45 anos após contrair a gripe. A cidade tem ainda um caso confirmado, mas o paciente passa bem, e dois suspeitos, à espera de exames. Em Botucatu, na mesma região, dois pacientes morreram no Hospital das Clínicas com sintomas da doença, mas o resultado dos exames só fica pronto na próxima semana. O hospital reforçou as medidas de prevenção contra a doença, como a distribuição de máscaras. Na região de Sorocaba, as prefeituras de Itapetininga e Tatuí entraram em alerta após a confirmação dos primeiros casos de H1N1.

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