Número de vasectomia cresce no País

A responsabilidade pelo planejamento familiar não está apenas não mãos das mulheres, em uma cartela de pílulas anticoncepcionais. Uma prova disso é que o número de vasectomias vem crescendo muito no País. Segundo o Ministério da Saúde, apenas de julho a novembro de 2005, foram realizados 6.298 desses procedimentos nas aproximadamente 570 instituições de saúde habilitadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Muitos preconceitos ainda cercam este método. O primeiro é relacionado com o desempenho sexual - e não procede. "A vasectomia torna o homem estéril, mas não interfere na produção de hormônios masculinos, nem em seu desempenho sexual", explica o urologista Ricardo de La Roca, da Sociedade Brasileira de Urologia. O outro diz respeito à eficácia. Segundo La Roca, em 2% a 3% dos casos pode haver um pouco de vazamento do esperma. Ou seja, nem mesmo o método definitivo tem os seus 100% de eficácia.

Agencia Estado,

30 de janeiro de 2007 | 11h13

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