REUTERS/Denis Balibouse
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'Nunca é tarde para mudar o curso das coisas', diz diretor-geral da OMS sobre pandemia da covid-19

Tedros Adhanom destacou a velocidade com que a comunidade científica se mobilizou para desenvolver testes, terapias e vacinas contra o novo coronavírus

Redação, O Estado de S.Paulo

29 de setembro de 2020 | 09h52

O número de um milhão de mortos pelo novo coronavírus constitui "um momento difícil para o mundo", mas "há lampejos de esperança que nos encorajam agora e no futuro próximo", disse a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta terça-feira, 29.

“A lição mais importante é sempre a mesma: qualquer que seja o estágio da epidemia em um país, nunca é tarde para mudar o curso das coisas”, escreveu o diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom, em artigo no jornal britânico The Independent.

"Um milhão de pessoas perderam a vida devido à covid-19 e muitos mais sofrem com a pandemia", disse Tedros, ao mesmo tempo em que destacou a velocidade com que a comunidade científica se mobilizou para desenvolver testes, terapias e vacinas contra a covid-19.

Um milhão de mortos

O mundo chegou a um milhão de mortos pela doença na segunda-feira, 28. No Brasil, são mais de 142 mil óbitos, segundo dados do consórcio dos veículos de imprensa, formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL, e feito em conjunto com as secretarias estaduais de Saúde. Os Estados Unidos ultrapassaram a marca de 200 mil.

A pandemia que vitimou milhares de pessoas não permite prognósticos. Após o número de casos disparar no começo, com aumento de infecções em muitos países, houve uma diminuição provocada pelos bloqueios e pelo aumento das temperaturas no Hemisfério Norte, mas os casos voltaram a aumentar na maioria dos países.

Após nove meses da descoberta da doença na China, a OMS alertou que o número pode dobrar para 2 milhões antes de uma vacina ser amplamente distribuída.

Já são mais de 33,4 milhões de infectados e 1.002.676 de óbitos, de acordo com a Universidade Johns Hopkins. / AFPEFE

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