OMS dá prêmio a associação de doentes pele hanseníase no Brasil

O objetivo do Morhan, que funciona há 27 anos, é "educar a comunidade e prevenir a discriminação"

EFE

23 de maio de 2008 | 06h18

A Organização Mundial da Saúde (OMS) outorgou um prêmio avaliado em US$ 40 mil ao Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan), que trabalha em favor da reintegração das pessoas que sofrem desta doença no Brasil. O objetivo do Morhan, que funciona há 27 anos, é "educar a comunidade e prevenir a discriminação", acrescentou a agência da ONU. Para atingir esse objetivo, o Morhan elabora e distribui material educativo, e organiza oficinas que podem ser assistidas pelas famílias dos doentes e o público em geral, explicou a OMS. O coordenador nacional adjunto do Morhan, Cristiano Torres, que sofreu da doença em sua infância, recebeu em Genebra o prêmio, que é entregue pela fundação japonesa Sasakawa.  O Morhan, uma entidade sem fins lucrativos, foi fundado em 6 de junho de 198, tem sede administrativa no Rio de Janeiro e está presente em aproximadamente 100 comunidades pelo Brasil

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