Painel debate a ameaça da dengue
Conteúdo Patrocinado

Painel debate a ameaça da dengue

Combate à doença ficou em segundo plano durante a pandemia de covid-19, mas é preciso retomar as ações de prevenção

Takeda, Estadão Blue Studio
Conteúdo de responsabilidade do anunciante

16 de outubro de 2021 | 12h00

A proximidade do verão, somada à perspectiva de ampla movimentação de pessoas durante as férias de fim de ano, está causando uma grande preocupação relacionada a uma velha conhecida dos brasileiros: a dengue. Para discutir esse quadro, o Estadão Blue Studio irá transmitir um debate na próxima segunda-feira, dia 18 de outubro, às 12h, com o patrocínio da Takeda, tradicional companhia farmacêutica de origem japonesa, durante o Summit Saúde 2021, do Estadão.

Mediado pela jornalista Rita Lisauskas, o evento “Dengue, uma doença crescente no Brasil e no mundo – uma ameaça para a sociedade, um desafio para a saúde pública” tratará sobre como os surtos de dengue podem sobrecarregar hospitais e causar dificuldades para indivíduos, sistemas de saúde e governos.

Riscos

Estima-se que metade da população do mundo viva sob risco de contrair a doença, cuja incidência vem aumentando drasticamente nas últimas décadas. No Brasil, foram quase um milhão de casos no ano passado, com 554 mortes, segundo o Ministério da Saúde¹.  Ainda assim, presume-se que possa ter ocorrido um agravo ainda maior na subnotificação, em consequência da pandemia de covid-19 e da eventual semelhança nos sintomas das duas doenças. “No início da pandemia era difícil diferenciar um quadro do outro”, lembra a infectologista Rosana Richtmann, que participará do debate.

Um dos fatores que complicam o enfrentamento da dengue é que a doença é causada por quatro sorotipos de vírus. A prevalência de cada sorotipo é imprevisível e varia de acordo com as estações do ano e as condições geográficas, além de mudanças naturais ao longo do tempo.

Para alcançar os resultados necessários, as vacinas em desenvolvimento precisam ser eficazes simultaneamente para todos os quatro sorotipos, já que a eventual contaminação por um dos sorotipos não evita que a pessoa seja atingida pelos demais. Além disso, infecções secundárias, por sorotipos diferentes, tendem a ser mais graves. “A dengue hemorrágica, que provoca sintomas mais graves que a dengue comum, dificilmente ocorre na primeira contaminação”, diz a infectologista.

Assista aqui ao painel.


Referências

  1. Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, volume 52. https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/media/pdf/2021/fevereiro/01/boletim_epidemiologico_svs_3.pdf

 C-ANPROM/BR/CORP/0124 – Out/2021 | Material destinado ao público em geral

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.