Pandemia reforça importância de uma Saúde Integral
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Pandemia reforça importância de uma Saúde Integral

SulAmérica dá protagonismo ao cuidado completo de seus beneficiários, valorizando a saúde física, emocional e financeira

SulAmérica, Media Lab Estadão
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09 de novembro de 2020 | 12h42

Um novo vírus confinou as pessoas em casa, causou danos pessoais e trouxe impactos negativos à economia, com reflexos nos negócios e no mercado de trabalho. Isto é, a pandemia acelerou a necessidade de conjugar a saúde física, emocional e financeira.

Na SulAmérica, no entanto, esse tripé já tem dado o norte na sua estratégia de negócio e, principalmente, no relacionamento com os beneficiários, com o conceito de Saúde Integral, que une o equilíbrio entre esses três aspectos.

Neste ano, com a conclusão da venda das operações de Auto e Massificados, a SulAmérica passou a se concentrar no segmento de pessoas e colocou em prática a estratégia de ser uma gestora com um objetivo único: oferecer opções e consultoria para que seus beneficiários possam escolher cuidar de forma integral da saúde física, emocional e financeira. A empresa defende que a autonomia de escolha é das pessoas, e seu papel, ao lado dos corretores de seguros, é estar conectada com elas para entender seu momento de vida, suas necessidades e poder apoiar uma decisão segura.

Ao voltar o propósito da empresa para esse tripé, a SulAmérica passou a desenvolver formas de cuidar para diferentes momentos. Se uma pessoa cuida da saúde física e emocional, mas negligencia suas finanças, inevitavelmente deixará de ter uma vida equilibrada e poderá vir a sofrer emocionalmente com a falta de dinheiro, por exemplo.

Da mesma forma, quem se programa para garantir uma boa renda na aposentadoria, mas deixar de cuidar da saúde física e emocional, pode chegar lá com as finanças em ordem, mas longe da qualidade de vida esperada em termos físicos e emocionais.

Saúde Integral

Para a SulAmérica, o descompasso que ainda prevalece quando se fala de Saúde Integral representa uma oportunidade de oferecer de forma pioneira produtos que atendam essa demanda e protejam as famílias contra imprevistos.

Um dos exemplos recentes dessa preocupação com o conceito de Saúde Integral é SOS Prev, lançado pela SulAmérica em agosto, assim que a Superintendência de Seguros Privados (Susep) publicou uma instrução que alterou as regras que valiam até então. A circular permitiu que as empresas passassem a oferecer crédito para os clientes da divisão de previdência privada.

A SulAmérica, primeira a aderir à resolução, passou a oferecer empréstimos de até 50% dos recursos acumulados nos planos de previdência, tanto para o VGBL quanto para o PGBL. O SOS Prev utiliza como garantia na operação o saldo dos participantes, o que barateia o custo do crédito (taxa de 1,5% ao mês) e dá celeridade à liberação. A quitação pode ser feita em até 120 meses.

A vantagem para quem recorre ao SOS Prev é não ter de resgatar uma parte ou se desfazer de seu plano de previdência em um momento delicado da economia como o que o País enfrenta com a pandemia. Com o empréstimo, o cliente preserva o patrimônio reservado para o futuro e ganha fôlego financeiro até que consiga se recuperar.

Outro exemplo de como a SulAmérica vem colocando em prática o conceito de Saúde Integral é o serviço Médico na Tela. Quem adere a um plano de previdência complementar individual conta também, sem custo adicional, com acesso a consultas médicas pelo smartphone e pelo computador por meio de recursos da telemedicina – tema da live realizada recentemente e que contou com a participação de Tereza Veloso, diretora Técnica Médica e de Relacionamento com Prestadores da SulAmérica.

Telemedicina veio para ficar

A pandemia e a necessidade de distanciamento social durante a crise de saúde pública fizeram com que a telemedicina fosse liberada de forma emergencial pelo Ministério da Saúde para facilitar o contato entre médicos e pacientes.

O painel “Os legados da Pandemia”, que fez parte do Summit Saúde Brasil 2020, realizado pelo Estadão e com patrocínio SulAmérica, entre outras empresas e instituições, discutiu o futuro da telemedicina.

 Antes da pandemia, o acompanhamento remoto de beneficiários da SulAmérica era feito somente por meio de orientação médica, não consulta, conforme a regulamentação. É o que conta Tereza Veloso, Técnica Médica e de Relacionamento com Prestadores da empresa.

A orientação dos beneficiários e a discussão de casos entre especialistas começou na SulAmérica em 2018. Com a pandemia e a regularização da prática para consultas entre médicos e pacientes, o número de atendimentos remotos saltou de 500 por mês em fevereiro, quando ainda eram feitas somente orientações, para 450 mil no acumulado entre março e outubro, quando tiveram início as consultas via tela.

Assista o painel "Os legados da Pandemia", do Summit Saúde Brasil 2020.

 

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