Papa critica consumismo de remédios, eutanásia e destruição de embriões

Em mensagem, Bento XVI enfatizou que a 'justiça sanitária' deve ser prioridade dos governos

Efe

18 Novembro 2010 | 16h36

CIDADE DO VATICANO - O papa Bento XVI denunciou nesta quinta-feira, 18, o "consumismo farmacológico" no mundo ocidental, enquanto milhões de pessoas continuam sem acesso a remédios indispensáveis. O pontífice também criticou a eutanásia e programas de saúde reprodutiva "que defendem o aborto e a destruição de embriões".

O papa fez essas declarações na mensagem enviada aos participantes da 25ª Conferência Internacional do Pontifício Conselho para a Pastoral no Campo da Saúde, que começou nesta quinta no Vaticano.

No texto, Bento XVI enfatizou que a "justiça sanitária" deve estar entre as prioridades das agendas dos governos e das instituições internacionais. Ele ressaltou ainda que "a tutela da vida, desde sua concepção até seu fim natural, e o respeito à dignidade de cada ser humano" devem ser preservados.

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