Para barrar Ebola, Libéria dispensa servidor público

Escolas do país, o mais afetado pela epidemia, já estão fechadas para evitar reunião de grande número de pessoas e avanço do vírus

O Estado de S. Paulo

01 Setembro 2014 | 21h00


A presidente da Libéria, Ellen Johnson Sirleaf, ordenou nesta segunda-feira, 1º, que os funcionários públicos evitem deixar suas residências em um esforço para conter a evolução do contágio pelo vírus Ebola. Ela determinou que trabalhadores de serviços não essenciais fiquem em casa por um mês sem afetar salários.

Escolas da Libéria, país mais afetado pela atual epidemia de Ebola na África Ocidental, já estão fechadas para evitar a reunião de um grande número de pessoas e o avanço do vírus. De acordo com o último levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS), 1.552 pessoas já foram mortas pela doença entre 3.069 infectados. Somente na Libéria, país mais afetado, foram 694 mortes entre 1.378 infectados.

Na semana passada, a OMS estimou que o vírus possa infectar até 20 mil pessoas. O Senegal anunciou seu primeiro caso da doença na sexta-feira. Trata-se de um estudante que saiu de Guiné em direção a Dacar, capital senegalesa. Ele procurava tratamento para febre, diarreia e vômito, todos sinais de Ebola.

Autoridades de saúde da Suécia afirmaram nesta segunda que o homem suspeito de portar o vírus não mostrou nenhum sinal da doença após testes realizados em Estocolmo. O sueco havia viajado recentemente para uma área de risco. / AP E REUTERS

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