Para conter Ébola-Reston, 6 mil porcos são mortos nas Filipinas

Cientistas dizem que se trata de um tipo não-fatal de Ebola; ao menos 25 pessoas estão contaminadas

Efe

02 Março 2009 | 03h57

As autoridades filipinas anunciaram nesta segunda-feira, 02, o sacrifício de pelo menos 6 mil porcos no norte do país para impedir que se espalhe a epidemia do vírus Ébola-Reston, que tem infectado centenas de animais e ao menos 25 pessoas.   Entre os contaminados estão seis trabalhadores de uma granja na província de Bulacan, que desenvolve anticorpos para combater a enfermidade, habitual em macacos, mas quase inédita em humanos. Há um mês o governo filipino solicitou ajuda às Nações unidas para investigar a origem do vírus, quando começaram a morrer dezenas de porcos.   Os cientistas argumentam que a cepa Reston, descoberta em 1989 em uma cidade norte-americana do mesmo nome de um grupo de macacos oriundos das Filipinas, poderia ser transmitida ao homem, mas este jamais chegaria a desenvolver uma doença.   Se trata de um tipo de Ebola diferente dos tipos conhecidos na África, que causaram a morte de seres humanos.

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