Reprodução Google Street View
Reprodução Google Street View

Parque reabre com macacos sobreviventes à febre amarela em Votorantim

Parque do Matão ocupa área de 60 mil metros quadrados com remanescentes da Mata Atlântica

José Maria Tomazela, O Estado de S.Paulo

04 Junho 2018 | 14h39

SOROCABA - Após cinco meses de interdição, devido à morte de 31 macacos pela febre amarela, o Parque do Matão, principal área verde e de lazer de Votorantim, interior de São Paulo, reabriu nesta segunda-feira, 4, com ao menos três sobreviventes à doença. Os primatas, da espécie bugio, adquiriram a febre amarela, mas conseguiram se curar e já não apresentam o vírus. Os macacos que morreram são da mesma espécie. Dezenas de saguis que vivem nas matas do parque também escaparam do vírus.

Para a reabertura da unidade, a Secretaria da Saúde do município cumpriu os protocolos exigidos pelo Ministério da Saúde. Entre eles, houve o decurso do prazo de três meses desde a última morte de primata para o local ser considerado livre da transmissão. Com a presença de primatas vivos no parque, não houve registro da doença desde o final de fevereiro, quando o último óbito foi registrado.

+++43% dos pacientes de febre amarela submetidos a transplante de fígado sobreviveram

Durante o período da interdição, o município criou novas trilhas, reformou a pista de caminhada e melhorou a estrutura do local. Administrado pela prefeitura, o parque ocupa área de 60 mil metros quadrados com remanescentes da Mata Atlântica. O local funciona das 8 às 17 horas, com entrada gratuita, e oferece visitas monitoradas a estudantes.

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