USDA/Divulgação
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PE e Recife decretam emergência por causa de microcefalia

Ministério da Saúde confirmou neste sábado a relação entre o zika vírus e a epidemia da má-formação em recém-nascidos no Nordeste

Rachel Gamarski, O Estado de S. Paulo

29 Novembro 2015 | 15h39

BRASÍLIA - Em meio à epidemia de microcefalia e a relação da doença com o zika vírus, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, o Estado de Pernambuco decretou situação de emergência a partir de terça-feira, 1º.

 

O Ministério da Saúde confirmou neste sábado, 28, a relação entre o vírus e a doença - Pernambuco é o Estado com o maior número de registros de microcefalia.

O decreto assinado pelo governador Paulo Câmara (PSB) e o prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), designam as Secretarias Municipal e Estadual de Saúde como coordenadoras de todas as ações no âmbito do governo de Pernambuco e da prefeitura do Recife. 

O mosquito Aedes aegypti transmite, além do zika, dengue e chikungunya. O governador de Pernambuco ressaltou que os órgãos de saúde pública do País estão emitindo alertas para que sejam adotadas medidas emergenciais com vistas a mitigar seus efeitos epidemiológicos.

Câmara esclareceu ainda que a situação de emergência autoriza a adoção de todas as medidas administrativas necessárias à imediata resposta por parte do poder público à situação vigente, segundo o governador.

O decreto assinado pelo prefeito oficializa a Força Tarefa de Enfrentamento ao mosquito Aedes aegypti no Recife e coloca todos os órgãos e entidades públicas do município no enfrentamento da situação de emergência, sob a coordenação da Secretaria Municipal de Saúde. 

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