Planos de saúde evitam investir em prevenção, mostra pesquisa

Os que afirmam terem algum tipo de programa preventivo o fazem com relação a doenças crônicas

Fabiana Cimieri, de O Estado de S. Paulo,

07 de novembro de 2008 | 18h19

Apesar do estudo sobre mortalidade divulgado na quinta-feira, 6, pelo Ministério da Saúde indicar que as cinco principais causas de mortalidade dos brasileiros estão relacionadas ao estilo de vida, os planos de saúde pouco investem em prevenção.   E mais: os 29% que afirmam terem algum tipo de programa preventivo o fazem com relação a doenças crônicas, direcionado a pacientes que já estão doentes. Outro dado importante é que 70% das pessoas, quando adoecem, procuram diretamente o médico especialista, e não um clínico-geral.   Esse é o resultado de um estudo comparativo inédito e independente sobre o setor de saúde privado, realizado pela empresa de consultoria CVA Solutions, que ouviu 4.000 usuários de 33 operadoras de saúde, além de 153 representantes da área de recursos humanos responsáveis pela escolha dos planos nas empresas.   A pesquisa foi realizada entre junho e julho deste ano, nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Leia reportagem completa na edição deste sábado de O Estado de S. Paulo

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