Polícia ouve cinco pessoas sobre casos de morte após ressonância

CAMPINAS - A Polícia Civil ouviu mais cinco pessoas nesta quarta-feira e uma equipe do Instituto de Criminalística realizou novos exames de perícia no Centro Radiológico do hospital Vera Cruz, onde os dois homens e uma mulher morreram, após exame de ressonância magnética.

Ricardo Brandt,

30 de janeiro de 2013 | 20h19

O inquérito foi aberto pelo delegado do 1º Distrito Policial, Alessandro Marques, que acompanhou todo trabalho das autoridades de saúde, recolheu os materiais para perícia e está vai todos os envolvidos nos procedimentos.

Nesta quarta-feira foram ouvidos três técnicos de enfermagem e dois enfermeiros, totalizando sete pessoas ouvidas até agora. Segundo o advogado do Centro Radiológico do Vera Cruz, Cláudio Ortis, o teor dos depoimentos foi no intuito de esclarecer o funcionamento da máquina de ressonância magnética e como é realizado o procedimento.

Uma das provas que uma das famílias das vítimas cobrou da polícia foram as imagens do circuito interno de vídeo para confirmar os horários em que aconteceram os exames e as mortes e como foi o atendimento prestado pelo hospital.

A direção do Vera Cruz informou que o atendimento às três vítimas foi imediato, assim que eles comunicaram que estavam passando mal, e que em um dos casos a morte aconteceu enquanto o paciente era levado do centro radiológico para o pronto-socorro do hospital - que fica no mesmo prédio.

O diretor administrativo do Vera Cruz, Gustavo Sérgio Carvalho, afirmou que nas três vítimas foram feitos todos os procedimentos de reanimação, sem sucesso, e que as mortes ocorreram muito rapidamente.

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