Praticar sexo é seguro para maioria dos pacientes cardíacos, diz estudo

Menos de 1% de todos os ataques cardíacos são provocados pela atividade sexual

Efe,

20 de janeiro de 2012 | 07h48

 A prática sexual é segura para a maioria dos pacientes do coração que tiverem passado por um ataque cardíaco ou uma cirurgia, garante um estudo de especialistas americanos.

A pesquisa ressalta ainda que menos de 1% dos ataques são provocados pela atividade sexual.

Se o paciente conseguir caminhar sem problemas e subir dois lances de escadas sem ter dor no peito, fraqueza ou um ritmo cardíaco anormal, isto significa que está pronto para voltar a ter relações sexuais, segundo as novas diretrizes contidas no estudo da American Heart Association (AHA).

No entanto, os autores do estudo fazem a ressalva que todos os pacientes devem consultar seus médicos antes de retomarem suas vidas sexuais.

Menos de 1% de todos os ataques cardíacos são provocados pela atividade sexual, e a probabilidade cai ainda mais em pessoas que fazem exercícios com regularidade, de acordo com a AHA.

As chances de um sobrevivente de ataque cardíaco ter outro e morrer durante o ato sexual são de um entre 33 mil.

Os especialistas da AHA aconselham, no entanto, que os sobreviventes de um ataque cardíaco esperem pelo menos uma semana antes de retomarem a atividade sexual e que aqueles que passaram por uma cirurgia aguardem entre seis e oito semanas.

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