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Preços de genéricos têm diferença de até 421,16% na capital paulista

No caso dos remédios de referência, o consumidor pode economizar até 123,46%

Carlos Lordelo, de O Estado de S. Paulo

26 Março 2010 | 10h36

A diferença de preços entre medicamentos genéricos chega a 421,16% em farmácias da cidade de São Paulo, revela estudo da Fundação Procon-SP divulgado nesta quinta-feira, 25. No caso dos remédios de referência, o consumidor pode economizar até 123,46%. O levantamento foi feito em 15 drogarias das cinco regiões da capital e analisou 99 medicamentos.

 

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Técnicos do órgão encontraram caixas com 20 comprimidos do genérico Diclofenaco Sódico, usado para doenças reumáticas crônicas, com preços entre R$ 1,89 e R$ 9,85 - uma diferença absoluta de R$ 7,96. O medicamento de referência Valium (Diazepam), tranquilizante da Roche, era vendido em um estabelecimento da zona leste a R$ 4,05 e em outro, da zona sul, a R$ 9,05 - disparidade de R$ 5.

 

Segundo a pesquisa, os genéricos têm, em média, preço 54,39% mais baixos que os de referência, comparando-se medicamentos de mesma apresentação.

 

"Esse é o segundo estudo comparativo que nós realizamos com o objetivo de alertar consumidores para a necessidade de pesquisar preços de remédios e pedir descontos nas farmácias", explica a diretora de Estudos e Pesquisas do Procon-SP, Valéria Garcia.

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