Proliferação de caracol gigante pode contribuir para avanço do ‘Aedes’

Larvas do mosquito foram vistas na água acumulada no interior das conchas do animal no interior de SP

José Maria Tomazela, O Estado de S.Paulo

10 Janeiro 2016 | 22h48

SOROCABA - A proliferação do caracol gigante africano em cidades do interior de São Paulo pode estar contribuindo para espalhar doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, como dengue, chikungunya e zika vírus. Em Tatuí, região de Sorocaba, moradores encontraram larvas do mosquito na água acumulada no interior das conchas.

O molusco prolifera na região do Ribeirão Manduca. Com o calor e as chuvas, a quantidade aumentou. A prefeitura informou que faz a limpeza regularmente na região e fará a roçagem do mato onde a espécie se abriga atualmente. Os moradores são orientados a recolher os caramujos com luvas e proceder a destruição das conchas.

Em Itirapina, região central do Estado, moradores também encontraram água parada e larvas em conchas do caracol gigante, na primeira semana deste ano. Outras cidades do interior, como São José dos Campos, Sorocaba e Jundiaí, registraram infestações recentes.

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