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Hospital Sírio-Libanês
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Proteger, proteger e proteger

Desde o início da pandemia de covid-19, o Hospital Sírio-Libanês trabalha para garantir a segurança dos seus colaboradores e pacientes, compartilhando conhecimento e unindo forças contra o novo coronavírus

Hospital Sírio-Líbanês, Media Lab Estadão
Conteúdo de responsabilidade do anunciante

09 de novembro de 2020 | 11h36

A palavra “pandemia” ainda nem fazia parte do cotidiano dos brasileiros quando, em janeiro deste ano, a Sociedade Beneficente de Senhoras Hospital Sírio-Libanês tomou consciência do desafio gigante que o vírus Sars-CoV-2 estava prestes a impor à humanidade. Em fevereiro, a instituição começou a adequar os próprios protocolos de forma a manter a máxima capacidade de atendimento e a segurança de seus pacientes e profissionais.

Desde então, todos os colaboradores com sintomas são testados. Mais de 5,8 mil exames de RT-PCR, considerado padrão ouro, foram realizados em mais de 3,8 mil colaboradores. “Trabalhamos com rotinas tão efi cazes que a média de contágio das nossas equipes que tratam os pacientes de covid-19 não foi superior à das equipes que cuidavam dos pacientes sem a infecção, mantendo-se abaixo da média da sociedade em geral”, relata Paulo Chapchap, diretor-geral da Sociedade Beneficente de Senhoras Hospital Sírio-Libanês.

Para concentrar as iniciativas nessa área, o Sírio-Libanês lançou o Programa Proteger, que apoia as equipes para que zelem pela segurança de todos enquanto desempenham seu trabalho. O programa contempla diversas iniciativas, como visitas diárias a todas as áreas para verificar o uso seguro dos equipamentos de proteção individual, treinamento para uso desses equipamentos, assistência psicológica e médico-hospitalar. Todos os pacientes e colaboradores com covid-19 que não têm indicação de internação recebem atendimento continuado por meio da telemedicina. Todos os ambientes são higienizados duplamente, por pulverização e limpeza manual.

Para concentrar as iniciativas nessa área, o Sírio-Libanês lançou o Programa Proteger, que apoia as equipes para que zelem pela segurança de todos enquanto desempenham seu trabalho. O programa contempla diversas iniciativas, como visitas diárias a todas as áreas para verificar o uso seguro dos equipamentos de proteção individual, treinamento para uso desses equipamentos, assistência psicológica e médico-hospitalar. Todos os pacientes e colaboradores com covid-19 que não têm indicação de internação recebem atendimento continuado por meio da telemedicina. Todos os ambientes são higienizados duplamente, por pulverização e limpeza manual.

COMPARTILHAR CONHECIMENTO

Por meio do Sírio-Libanês Ensino e Pesquisa, foram ofertados nos primeiros meses da pandemia, de forma gratuita, quatro cursos no formato a distância (EAD), incluindo o reconhecido programa Experiência Sírio-Libanês, com mais de 40 palestras online para estudantes de Medicina. No total, os quatro cursos tiveram mais de 220 mil inscritos e alto índice de satisfação e recomendação. Com foco em conteúdo científico que incentiva a troca de experiências entre especialistas do corpo clínico do Sírio-Libanês, foi criado também o projeto Webtalks – série de webinares gratuitos. Voltado para profissionais da área da saúde durante a pandemia, o projeto tornou-se um canal de discussão científica, com encontros atualmente quinzenais, às terças-feiras, às 20h. Já são 15 programas gravados, com mais de 10 mil inscritos.

Também originado durante a pandemia, o projeto Radar Sírio-Libanês é uma parceria com a HSM, a maior plataforma de educação corporativa do País, e compartilha conteúdo relevante e confiável por meio de podcasts e webinares. Até o momento, foram reunidos mais de 7 mil inscritos,  com mais de 1,5 mil participações ao vivo. Os conteúdos estão todos disponíveis nas principais plataformas de streaming e também nos próprios canais do Sírio-Libanês e da HSM.

Para estar a par dos protocolos mais atualizados contra o novo coronavírus, o hospital participa ainda de pesquisas em consórcios internacionais, como o Solidarity (teste clínico lançado pela Organização Mundial de Saúde a fim de encontrar tratamento efetivo para a covid-19), além de se fazer presente em consórcios nacionais, como a Coalizão Covid-19 Brasil, em estudos para vacinas e em pesquisas sobre diferentes formas de tratar a doença. Em parceria com outros hospitais, participa ainda do estudo que avalia o tratamento com plasma de pacientes convalescentes.

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Até outubro, 302 estudos relacionados à covid-19 foram publicados por especialistas do Hospital Sírio-Libanês nas principais revistas médicas indexadas, com mais de 7 mil citações
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Solidariedade: Abrace seu Bairro

Com o objetivo de ajudar a combater a covid-19 também na comunidade do entorno, o Sírio-Libanês centralizou suas iniciativas no projeto social Abrace seu Bairro, criado em 2001 para desenvolver atividades relacionadas à promoção da saúde e contribuir para a qualidade de vida das famílias residentes nos bairros Bela Vista, Consolação e República, em São Paulo.

Por meio de uma ação chamada Guardiões do Bairro, 559 famílias foram atendidas em duas frentes: oferecimento de informações por meio de contato telefônico e conversas diretas para entender quais eram suas dificuldades. Como resultado, o projeto disponibilizou mais de 2 mil cestas básicas e kits de higiene, além de mais de 15,7 mil máscaras, sendo 2,4 mil delas confeccionadas pelas próprias famílias atendidas pelo projeto, em uma iniciativa de geração de renda.

Extrapolando as próprias fronteiras, o Abrace seu Bairro providenciou, ainda, a confecção e a distribuição de 33,5 mil aventais hospitalares produzidos por pessoas que haviam perdido o trabalho durante a pandemia, e que foram doados ao Hospital Geral do Grajaú, em São Paulo. Além disso, também originou a ação dos Guardiões do Sírio-Libanês, que incentivou colaboradores da instituição a distribuírem em seus próprios bairros, para pessoas em vulnerabilidade social, kits de higiene contendo máscaras e álcool em gel.

Por fim, em parceria com organizações locais, vem distribuindo cestas de alimentos para idosos e 100 marmitas diárias para esse público e mais pessoas em situação de rua do bairro da Bela Vista. Até o momento, já foram distribuidas mais de 7,4 mil marmitas e 680 cestas. Essa ação continuará até o final do ano.

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O Projeto 'Guardiões do Bairro' disponibilizou mais de 2 mil cestas básicas e kits de higiene, além de mais de 15,7 mil máscaras
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Juntos contra a covid-19

Quando a pandemia do novo coronavírus chegou, o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP) recebeu ajuda de diversas instituições de saúde e fez um pedido ao Hospital Sírio-Libanês. “Assim que percebemos que nosso maior gargalo seria garantir recursos humanos com capacidade de atendimento qualificado, nos demos conta de que precisávamos de parceiros como o Sírio- ibanês, com expertise na capacitação”, conta Anna Miethke Morais, vice-coordenadora de Gestão Assistencial Corporativa do HC. “O HC já tinha dobrado sua capacidade de UTI, de 100 para 200 leitos. Diante do agravamento da pandemia, precisávamos de ajuda para chegar a 300 leitos de UTI covid-19.”

O Hospital Sírio-Libanês recebeu o chamamento e, prontamente, atendeu. “Fizemos capacitação de mais de mil profissionais de enfermagem. Todos entenderam a gravidade da situação, e se prontificaram a dar o melhor de si”, conta Wania Baia, diretora assistencial do Hospital Sírio-Libanês. “Foi o que fizemos: ajudamos o HC a evitar o colapso do Sistema Único de Saúde (SUS), transformando em dez dias uma enfermaria de cirurgia bariátrica em uma UTI covid-19”, destaca Daniel Neves Forte, gerente de Humanização e Cuidados Paliativos do Sírio-Libanês, que coordenou a UTI covid-19 do HC em parceria com o Sírio-Libanês.

Além de treinamento de enfermagem, o Sírio-Libanês ajudou enviando camas, respiradores e outros insumos hospitalares, e montando uma nova equipe de médicos para trabalhar junto a uma equipe multiprofissional do HC nessa nova UTI. “A situação envolvia um propósito maior do pessoal da área de saúde: unir-se para cuidar”, exalta Daniel. “O que fez a diferença foi conseguirmos que um grupo de profissionais que nunca haviam atuado juntos trabalhasse como um time”, diz Forte. “Contando todas as UTIs e enfermarias, tratamos, ao todo, mais de 5 mil pacientes com covid-19 no Instituto Central, chegandoa ter 600 pacientes internados ao mesmo tempo, 300 deles em UTI”, conta Anna.

 

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