University of California Irvine/AP
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Químico chamou a atenção para problemas na camada de ozônio

Frank Sherwood Rowland, vencedor do prêmio Nobel, morreu no sábado nos EUA, aos 84 anos, por complicações da doença de Parkinson

AP,

12 de março de 2012 | 19h19

Frank Sherwood Rowland, químico vencedor do prêmio Nobel que chamou a atenção para a degradação da camada de ozônio, morreu no sábado, nos EUA, aos 84 anos, por complicações da doença de Parkinson.


Rowland foi um dos três cientistas que dividiram o Nobel de Química em 1995, por explicarem como a camada de ozônio é formada e decomposta por processos químicos na atmosfera.

 

O prêmio foi conferido a Rowland e seus colegas – o então pós-doutorando Mario Molina e o especialista em atmosfera Paul Crutzen – mais de 20 anos depois de eles calcularem que a camada de ozônio seria destruída em questão de décadas se a humanidade seguisse utilizando os clorofluorcarbonos (CFCs), um subproduto dos aerossóis.

 

A previsão dos pesquisadores foi bastante combatida, porque até então os CFCs eram considerados ambientalmente seguros. A hipótese ganhou reconhecimento após a descoberta de um buraco na camada de ozônio sobre as regiões polares, em meados dos anos 1980.  

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