Rio prorroga campanha de vacinação contra a gripe

Em grande parte do País, termina nesta sexta-feira (10) a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe

Agência Brasil

10 de maio de 2013 | 11h13

A Secretaria Estadual de Saúde decidiu prorrogar a campanha de vacinação contra a gripe em mais uma semana em todo o Rio de Janeiro. A prorrogação no Estado vai até dia 17 de maio. Em grande parte do País, termina nesta sexta-feira (10) a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe - e mais de 950 mil pessoas do Estado ainda não foram aos postos de saúde.

A cobertura de vacinação no Rio de Janeiro está em 68%. A meta do Ministério da Saúde é vacinar 80% do público — formado por idosos com 60 anos ou mais, crianças de seis meses até 2 anos, gestantes, indígenas, trabalhadores da área da saúde e mulheres no período de até 45 dias após o parto (parturientes ). Em todo o Brasil, a cobertura está em 73%.

As parturientes e os indígenas fazem parte dos únicos grupos que superaram a meta de vacinar 80% de pessoas. As gestantes são as que menos se vacinaram no Rio de Janeiro, tendo apenas 60% de cobertura.

A Secretaria Estadual de Saúde alerta para a importância da vacinação. Segundo o superintendente de Vigilância Epidemiológica e Ambiental da secretaria, Alexandre Chieppe, a vacina evita que casos de gripe se agravem.

"A gripe é uma doença simples, na maioria dos casos, mas que pode evoluir para formas muito graves, principalmente em gestantes, crianças e idosos. Por isso a vacinação é tão importante. A vacina protege contra os principais tipos de vírus da gripe de forma extremamente segura e eficaz", disse.

Pessoas alérgicas aos componentes da vacina, principalmente à proteína do ovo, e os portadores de doenças neurológicas em atividade não devem ser imunizadas. Quem pode comer ovo frito, pão, bolo ou macarrão não têm essa alergia. Se já estiver gripado, apresentando estado febril ou sintomas de dengue, recomenda-se melhorar e só depois se vacinar.

No ano passado, o estado do Rio de Janeiro ultrapassou a meta estabelecida pelo Ministério da Saúde. Embora tenha atingido 83,7% de cobertura, entre os grupos de idosos e gestantes, a meta não foi alcançada.

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