Salmonela faz EUA aumentarem inspeções a tomates mexicanos

Governo quer identificar a origem do surto de salmonela que já deixou quase 300 pessoas doentes

Efe

16 de junho de 2008 | 21h35

Os Estados Unidos aumentaram as inspeções nos tomates procedentes do México, dentro de seu trabalho para identificar a origem do surto de salmonela que já deixou quase 300 pessoas doentes no país, informou nesta segunda-feira, 16, o Governo norte-americano.   Veja também:  McDonald's tira tomate de lanches devido à salmonela nos EUA  Tomates da Flórida são liberados pela FDA para consumo   "Sem uma região específica na qual nos concentrar, aumentamos os testes (nos tomates) de todas as partes do México", disse em uma coletiva por telefone David Acheson, subcomissário de Segurança Alimentar da FDA, a agência de medicamentos e alimentos dos EUA.   Os únicos tomates livres da inspeção são os do estado da Baixa Califórnia, que foram declarados seguros durante o fim de semana porque a colheita local não foi enviada para o norte do país quando surgiu o foco de salmonela.   A previsão é que uma delegação do Ministério da Agricultura mexicano chegue nesta segunda-feira, 16, a Washington para tratar da questão junto com as autoridades americanas ao longo dos próximos dias.   Aproximadamente 85% dos tomates que os EUA importam são procedentes do México, que, no ano passado, colheu 2,3 milhões de toneladas do fruto.   Acheson disse que os investigadores estão concentrados nos casos de nove pessoas que ficaram doentes ao comerem tomates de uma mesma rede de lanchonetes.   "Esta é melhor pista por enquanto", declarou. Além dos tomates de Baixa Califórnia, a FDA declarou seguros os que são importados da Guatemala, da República Dominicana e de Porto Rico.

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