Wether Santana/ Estadão
Wether Santana/ Estadão

São Paulo já tem mais de 366 mil casos confirmados de covid-19

Balanço foi divulgado neste sábado, 11, pela Secretaria Estadual da Saúde. Doença já matou 17.702 pessoas no Estado

Paloma Cotes, O Estado de S.Paulo

11 de julho de 2020 | 13h33

São Paulo ultrapassou a marca de 366 mil casos confirmados do novo coronavírus. Balanço divulgado pela Secretaria Estadual da Saúde neste sábado, 11, mostra que São Paulo tem 366.890 casos da doença, sendo 7.780 registrados nas últimas 24 horas. 

O balanço também mostra que a doença já matou 17.702 pessoas no Estado, com 260 registros de novos óbitos também nas últimas 24 horas. 

Ainda de acordo com a Secretaria Estadual da Saúde, dos 645 municípios paulistas, há registro de pelo menos uma pessoa infectada em 632 cidades. E em 410 municípios há registros de um ou mais óbitos. 

Entre o total de casos diagnosticados, 211.777 pessoas estão recuperadas, sendo que 52.307 foram internadas e tiveram alta hospitalar. 

A taxa de ocupação dos leitos de UTI é 66,3% na Grande São Paulo e de 67,5% no Estado. Há 14.842 pacientes internados, sendo 8.884 em enfermaria e 5.958 em unidades de terapia intensiva. 

Projeções feitas pelo Centro de Contingência contra a Covid-19, que é liderado pelo governo paulista, estimam que até o dia 15 de julho o Estado pode ter entre 18 mil e 23 mil mortes no total. E até 470 mil casos confirmados.

Nesta sexta-feira, o governador João Doria (PSDB) prorrogou a quarentena no Estado até o dia 30 de julho, mas apenas quatro regiões permanecem na fase vermelha, que é a mais restritiva, em que só é permitido o funcionamento de serviços essenciais. São elas: Campinas, Franca, Ribeirão Preto e Araçatuba. As demais regiões entraram nas fases laranja ou permanecem na amarela, em que há permissão para reabertura, ainda que parcial, de comércios, shoppings, bares, restaurantes e academias. 

Ao anunciar as medidas e uma maior flexibilização nas regiões, Doria disse que "depois de um longo período enfrentando o pico, estamos entrando em um platô" da evolução da doença. O platô ocorre quando, geralmente após um pico, os números de infectados se estabilizam e permanecem sem grandes variações por um período de tempo.

 

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