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Saúde padroniza diagnóstico e tratamento de câncer de ovário

Estimativa da pasta aponta que a doença vai atingir mais de 6 mil brasileiras só este ano e provocar cerca de 3 mil mortes; média mundial é de 200 mil novos casos por ano

Agência Brasil,

23 de maio de 2012 | 18h08

Portaria do Ministério da Saúde publicada nesta quarta, 23, no Diário Oficial da União estabelece diretrizes para diagnóstico e tratamento do câncer epitelial de ovário. A estimativa da pasta é que a doença vai atingir mais de 6 mil brasileiras só este ano e provocar 3 mil mortes. No mundo, a média é 200 mil novos casos por ano.

 

O objetivo da padronização, de acordo com o ministério, é melhorar o atendimento a mulheres acometidas pela doença e oferecer condições de avaliar os serviços oferecidos pela rede pública de saúde, como a oferta de exames e o tratamento indicado.

 

O ministério explicou, por meio de nota, que, "embora os procedimentos de diagnóstico e tratamento do câncer epitelial de ovário já sejam oferecidos no Sistema Único de Saúde (SUS), o Ministério da Saúde espera que a padronização melhore o atendimento às pacientes, estimule boas práticas nos serviços de saúde e permita, no futuro, a avaliação dos centros de oncologia que prestam serviço".

 

Atualmente, o Brasil conta com 270 centros oncológicos capazes de diagnosticar e tratar esse tipo de câncer, considerado o mais letal entre as neoplasias (proliferação anormal de células) que atingem o aparelho reprodutor feminino.

 

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