Scott McIntyre/The New York Times
Scott McIntyre/The New York Times

Segundo foco de zika nos EUA é identificado na turística Miami Beach

Autoridades informaram que já estão tomando ações para combater o vírus na região e cogitam declarar a área como zona ativa de transmissão

O Estado de S. Paulo

18 Agosto 2016 | 19h02
Atualizado 18 Agosto 2016 | 20h01

Novos casos de zika provavelmente transmitidos localmente foram identificados em Miami Beach, península turística da cidade no Estado americano da Flórida. A informação foi divulgada por autoridades de saúde, que cogitam declarar a área como zona ativa de transmissão do vírus. Eles estudam ainda se mulheres grávidas serão aconselhadas a evitar a região.

Órgãos locais de saúde disseram nesta quinta-feira, 18, que há alguns casos de pacientes “com proximidade entre si”. Até a noite desta quinta, a informação não havia ganhado repercussão por parte de Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) nem do Departamento Estadual da Flórida. 

 

 

Antes desse registro, uma outra localidade da cidade já havia sido declarada como área de transmissão do zika. Em Wynwood, as autoridades contabilizaram entre 25 e 35 infecções locais. 

A emissora americana NBC noticiou que um dos casos em Miami Beach é de uma pessoa que trabalha na cidade, enquanto o outro envolve um turista que visitou o local há cerca de duas semanas.

Adultos. Uma nova pesquisa feita por cientistas americanos revelou que a infecção por zika mata células-tronco neurais em camundongos adultos. Segundo o estudo, publicado nesta quinta na revista científica Cell, ainda não foi estudado se a morte dessas células tem algum efeito de curto ou longo prazo nos animais adultos.

Os fetos têm quantidade muito maior de células que dão origem aos neurônios e já foi provado que o vírus zika as destrói, causando microcefalia e outras más-formações. Em adultos, em menor quantidade, essas células são fundamentais para a memória e para o aprendizado. 

 

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