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Reprodução/Twitter
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Sem máscara, Bolsonaro nada com banhistas e gera aglomeração em Praia Grande (SP)

Presidente saltou de embarcação em direção a faixa de areia, aproximando-se de frequentadores e sem adotar medidas de distanciamento social

Redação, O Estado de S.Paulo

01 de janeiro de 2021 | 19h20

O presidente Jair Bolsonaro voltou a gerar aglomeração na orla de Praia Grande, município do litoral de São Paulo, nesta sexta-feira, 1º. Sem máscara, ele se aproximou de banhistas após saltar de uma embarcação e nadar em direção à faixa de areia, momento em que foi cercado por admiradores. 

Um vídeo com registros desse momento foi publicado no próprio perfil do presidente em redes sociais. Na gravação, vestido com uma camiseta do Santos, ele é recebido com gritos de apoiadores e se aproxima de dezenas de pessoas, que estavam igualmente sem máscara e tampouco respeitavam as recomendações de distanciamento social durante a pandemia do novo coronavírus. Em seguida, retornou à embarcação, acompanhado de seguranças. 

Desde segunda-feira, 28, o presidente está hospedado no Forte dos Andradas, no Guarujá, também na Baixada Santista. Na quarta-feira, 30, ele já havia causado aglomeração ao visitar a orla de Praia Grande, novamente sem máscara, ocasião em que chegou a tirar fotos e abraçar crianças e idosos. 

Em transmissão ao vivo na quinta-feira, 31, ele criticou autoridades que tomaram medidas para evitar aglomerações e restringir a circulação de frequentadores nas praias, o que classificou de “irracionalidade”.

A atitude de Bolsonaro foi criticada pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB). “No momento em que o Brasil precisa de paz e atitudes para combater a pandemia e salvar vidas, o presidente Jair Bolsonaro nos ataca mais uma vez, covardemente. A inoperância e o negacionismo do governo desse presidente, estimularam a morte de 194 mil brasileiros para a covid-19”, declarou em rede social.

Na quinta-feira, 31, o Brasil registrou 1.036 mortes e outras 55.811 pessoas infectadas pelo coronavírus, de acordo com o consórcio de veículos de imprensa divulgado nesta quinta-feira, 31, e formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde. No total, são 194.976 mortes registradas e 7.675.781 pessoas contaminadas pela covid-19 no Brasil.

 

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