ESA – AOES Medialab
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Sinais da seca na Europa ocidental são captados por satélite

O SMOS mede em escala global a umidade armazenada no terreno assim como a salinidade da superfície dos oceanos

Efe

13 Maio 2011 | 12h15

Paris - As consequências da primavera "excepcionalmente seca" que a Europa Ocidental está vivendo são visíveis nos dados de umidade do solo recolhidos por um satélite apresentados nesta sexta-feira em forma de mapa pela Agência Espacial Europeia (ESA).

De acordo com as imagens, o planalto norte e o vale do Ebro apareciam com um solo notavelmente mais seco em abril que no mesmo mês do ano passado, da mesma forma que a maior parte do território francês (a exceção do extremo oeste), Bélgica e centro e sul da Alemanha.

"A seca está causando sérios problemas para agricultores e responsáveis da gestão dos recursos hídricos, e aumenta o risco de incêndios florestais", ressaltou a agência em comunicado.

O SMOS, nome pelo qual o satélite é conhecido, está em órbita há 18 meses, e desde então mede em escala global a umidade armazenada no terreno assim como a salinidade da superfície dos oceanos, elementos importantes para realizar prognósticos sobre a temperatura, a umidade ambiente e o nível de precipitações.

A estimativa da quantidade de água armazenada na região das raízes - até uma profundidade de um ou dois metros - é útil para a agricultura e para melhorar as previsões meteorológicas.

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