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Tecnologia é uma das aliadas para garantir ar puro
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Tecnologia é uma das aliadas para garantir ar puro

Em live, especialistas debatem formas de ter mais saúde e evitar doenças pulmonares, inclusive na pandemia

SafeAir Carrier, Estadão Blue Studio
Conteúdo de responsabilidade do anunciante

05 de maio de 2021 | 10h41

Respirar um ar mais puro e seguro se tornou uma preocupação ainda maior em tempos de pandemia. Com a proximidade do inverno, época em que há mais casos de doenças respiratórias, o assunto ganha até mais relevância e foi o tema da live, promovida no último dia 30 de abril, com patrocínio do SafeAir Carrier e realizada em parceria com o Estadão Blue Studio.

Sob a mediação do jornalista Mauricio Oliveira, participaram da conversa o médico Dr. Thiago Caldi, pediatra e pneumologista pediátrico; Clarice Weis, professora titular de virologia do Instituto de Biologia-Unicamp; e Cristiano Brasil, gerente de Engenharia de Aplicação da Carrier do Brasil.

No encontro virtual, os debatedores falaram sobre as doenças mais comuns relacionadas à qualidade do ar, os efeitos da pandemia e do inverno na saúde respiratória e as inovações apresentadas pela indústria para reduzir os riscos em ambientes fechados, como clínicas, academias, escolas e comércios.

Caldi alertou para os riscos à saúde por conta dos poluentes inalados diariamente. No inverno, com a umidade do ar mais baixa, a tendência é de piora da qualidade do ar. Os efeitos no aparelho respiratório podem causar, por exemplo, crises de asma em função da hiperatividade dos pulmões e levar o paciente a buscar ajuda hospitalar. A parte cardiovascular também pode ficar comprometida, com o aumento da frequência cardíaca, elevando o risco de acidente vascular cerebral (AVC) e de infarto, detalhou o especialista.

Além dos componentes poluentes presentes no ar, como metais pesados, diariamente as pessoas estão expostas a bactérias, fungos e vírus, como o influenza (da gripe) e, mais recentemente, o coronavírus. As ameaças, lembrou Clarice, sempre existiram, mas novas tecnologias podem reduzir a exposição.

Como detalhou Cristiano Brasil, da Carrier do Brasil, hoje há uma série de tecnologias para reduzir a contaminação do ar em ambientes fechados. Recentemente, a companhia negociou a venda de 1.500 unidades de um de seus equipamentos voltados à purificação do ar para uma universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. As instalações serão feitas em salas de aula, bibliotecas e outros espaços fechados da instituição de ensino.

Hoje, a Carrier conta em seu portfólio com tecnologias que permitem a renovação do ar, lâmpadas de UV para a eliminação de vírus e bactérias, filtros eletroestáticos com capacidade de eliminar partículas de até 2,5 mícrons e filtros tipo EPA preparados para reter até 99,9% das partículas. Entre elas, está o SafeAir, a unidade de purificação de ar da companhia.

“É o tipo de tecnologia importante para a retomada das atividades durante a pandemia. Nos últimos tempos, temos intensificado nossos esforços para o desenvolvimento de produtos que garantam ainda mais a segurança das pessoas”, disse o gerente de Engenharia de Aplicação.

Segundo a especialista da Unicamp, hoje, mais do que nunca, é importante buscar formas de contar com um ar puro. “Quanto mais fechado o ambiente, maior o risco. Por isso, o mais importante é manter o ar limpo, porque vai favorecer a não infecção”, disse Clarice.

Assista à live na íntegra:

 

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