Telemedicina promove mais acesso à saúde
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Telemedicina promove mais acesso à saúde

Especialistas apoiam o uso da tecnologia que permite que mais brasileiros busquem ajuda de profissionais

Care Plus, Estadão Blue Studio
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30 de outubro de 2021 | 07h30

A medicina digital tem ganhado ainda mais força com a pandemia e foi o tema escolhido para a abertura do Summit Saúde 2021, evento promovido anualmente pelo Estadão. Participaram do debate sobre os impactos da tecnologia nos diferentes elos da cadeia de prestação de serviços de saúde o diretor da Saúde na Care Plus, Ricardo Salem; Mayana Zatz, professora titular de genética do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo; Nam Jun Kim, gerente-médico do Programa de Cirurgia e Cirurgia Robótica do Hospital Israelita Albert Einstein; o urologista e coordenador do Centro Especializado de Cirurgia Robótica do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Carlo Passerotti; e a diretora médica da Pfizer, Márjori Dulcine.

Mais acesso

Além dos temas detalhados pelos especialistas em suas áreas de atuação, o encontro discutiu o papel da telemedicina e o futuro desse recurso não presencial. Autorizado temporariamente no Brasil desde abril do ano passado, durante a pandemia de covid-19, esse meio de atendimento permitiu que muitos brasileiros conseguissem manter o isolamento social para evitar a contaminação pelo coronavírus e fossem atendidos em casa, de forma remota, evitando deslocamentos ou riscos desnecessários de contaminação. Segundo Salem, diretor da Care Plus, a experiência da telemedicina tem sido muito positiva na rede que dirige. Investimentos em novos recursos tecnológicos e no treinamento dos profissionais possibilitaram que muitos beneficiários pudessem migrar sem dificuldades do presencial para o online, afirmou.

O diretor da Care Plus acredita que a telemedicina não vai substituir completamente a consulta presencial, mas essa tecnologia tem contribuído como uma forma de facilitar o acesso à saúde. Para que o atendimento não presencial se estabeleça no Brasil em definitivo, será preciso ter a segurança dos dados dos pacientes como um dos focos de atenção, avaliou o executivo. “Ao mesmo tempo em que temos de garantir a qualidade da consulta médica, proporcionando condições para uma boa experiência tanto para o paciente quanto para o médico, é preciso levar em consideração o papel da privacidade de dados. Informações médicas são muito críticas para o paciente, por isso é tão importante mitigar riscos nesta era digital”, explica Salem.

Na pandemia, o acesso virtual aos profissionais também tem sido importante para quem busca tratamentos para a saúde mental, muito impactada por mudanças como a necessidade de isolamento social e o medo do coronavírus. Esse foi o tema do painel “Saúde mental no mundo digital – Como as novas tecnologias têm ajudado as pessoas com transtornos mentais a procurarem ajuda e aceitarem melhor o tratamento”, patrocinado por Care Plus e que contou com a participação de Ricardo Salem e da jornalista e escritora Daiana Garbin.

Saúde mental

Na Care Plus, a procura por atendimento voltado à saúde mental disparou. No atendimento virtual, voltado à telepsicologia, o aumento do número de consultas passou dos 20.000% de março de 2020 a março de 2021. Com a restrição de deslocamento em muitas localidades, o acesso à consulta com psicólogos e psiquiatras pelo computador ou smartphone se tornou um atrativo para muitos pacientes.

Com o apoio de especialistas, Daiana produz, desde 2016, conteúdo nas plataformas digitais sobre saúde mental. A motivação veio da experiência pessoal com transtorno alimentar e depressão. Segundo Garbin, a pandemia levou mais internautas a consumirem conteúdo no seu canal do YouTube, o “Eu Vejo”. “As pessoas encontraram na minha dor, no meu relato de sofrimento, um espaço para falar sobre a dor delas. Essa conexão, provocada pela dor compartilhada, faz com que muitos percebam que têm o direito de buscar tratamento”, relata a jornalista. Seguidores têm relatado que procuraram o apoio de psiquiatras pela primeira vez e se sentem aliviados por entenderem que “aquela dor é real e que existe tratamento para ela”, contou durante o evento. 

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