Werther Santana/Estadão
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'Temos um estoque garantido', afirma Padilha sobre vacina

Secretário municipal da Saúde também afirmou que haverá mutirão em lares de idosos no sábado; nesta 2ª, teve início a imunização

Juliana Diógenes, O Estado de S. Paulo

11 Abril 2016 | 12h43

SÃO PAULO - No primeiro dia da campanha antecipada de vacinação contra a gripe H1N1 na capital, o secretário municipal da saúde, Alexandre Padilha, pediu calma à população e assegurou que não faltarão vacinas. Nesta segunda-feira, 11, teve início a imunização para 1,3 milhão de crianças entre 6 meses e 5 anos, gestantes e idosos, grupos mais vulneráveis à doença. 

"A vacina vai estar presente. Temos um estoque absolutamente garantido", afirmou Padilha, que acompanhou a campanha nesta manhã, na UBS Dr. Augusto Leopoldo Ayrosa Galvão, na Brasilândia, na zona norte da capital. Na unidade de saúde, o secretário anunciou um mutirão de vacinação em lares de idosos neste sábado, 16. Também estão previstas visitas a abrigos.

"Temos um período para atingir a meta de 80% ao longo de toda a campanha. Sabemos que hoje deve ter um grande afluxo de pessoas nas unidades de saúde. Pela manhã, em uma unidade já tinham 600 pessoas vacinadas. Mas também é bom que as pessoas saibam que teremos o período todo da vacina."

Padilha voltou a pedir que as pessoas tenham calma e não procurem o tamiflu após qualquer sintoma de resfriado, que pode não desenvolver para a gripe H1N1. 

"Sabemos que a população está preocupada por conta da antecipação da circulação do vírus. Mas é importante as pessoas saberem que nem todo resfriado é H1N1. Primeiro passo é vacinar os grupos vulneráveis que precisam ser vacinados. Segundo, é ter muita tranquilidade, calma, no sentido de que o oseltamivir (nome técnico do tamiflu) tem uma indicação clara de uso, que é para ser utilizado quando a pessoa já tem um estado grave."

O secretário destacou que a imunização teve início para crianças de 6 meses a 5 anos, idosos e gestantes, pois são grupos mais vulneráveis. A medida respeita uma recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), que recomenda que as unidades de saúde pública direcionem o atendimento a esses grupos. 

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