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Ter ou não ter filhos agora? O importante é poder decidir

Entre muitas dúvidas sobre o melhor momento para engravidar, as únicas certezas são as de que o relógio biológico não para e quanto antes a mulher planejar a sua saúde reprodutiva, mais autonomia terá

Organon - Estadão Blue Studio

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Arte Estadão Blue Studio Foto:

As incertezas trazidas pela dinâmica da vida atual e afloradas pela pandemia fizeram ainda mais mulheres pensarem sobre o desejo de ter filhos. Com cada vez mais recursos apresentados pela ciência, e ganhando autonomia sobre as suas próprias decisões, escolher o momento que julga certo para engravidar atrai as mulheres. O que mudou? A percepção de que, ao planejar a sua saúde reprodutiva, elas ficam menos suscetíveis à pressão social pela maternidade, à pressão do mercado de trabalho e à pressão pessoal pela escolha de um parceiro.

Camila Ávila é um exemplo. Aos 33 anos, empreendedora do setor de casamentos, Camila conta que sempre sonhou com a maternidade e planeja: “Quero dois filhos naturais e, quando ficar mais velha, um filho adotado, do coração”. Mesmo não sendo para já, Camila fez a coleta e o congelamento dos óvulos. Foram menos de 15 dias entre o início das injeções e o procedimento. “Vai passando a idade, relacionamentos que não dão certo. Achei que tinha de deixar a decisão para mim, não para o outro. Agora posso ter um filho na hora que eu quiser.”

Decidindo como e quando

“Evoluiu muito nos últimos anos a percepção sobre a autonomia da mulher a respeito do próprio corpo. Hoje é considerado natural que ela decida quando e se vai engravidar. Nada mais justo e desejável”, cita Ricardo Lourenço, diretor-geral da Organon do Brasil, empresa global de saúde líder no desenvolvimento de medicamentos para a saúde e o bem-estar das mulheres.

Assim como avança o interesse pelo congelamento de óvulos, as clínicas especializadas em fertilização vêm registrando uma procura crescente por casais com dificuldades de engravidar e que decidiram acelerar os planos também motivados pela pandemia. Afinal, a idade joga contra a fertilidade feminina. Muitas vezes, as mulheres não têm acesso a informações sobre sua vida reprodutiva e acabam por decidir pela maternidade quando a disponibilidade de óvulos já está comprometida.

Mais informações, mais chances

Para Melissa Cavagnoli, sócia da Clínica Hope, ginecologista e especialista em reprodução assistida e médica de Camila, ainda se vê com frequência nos consultórios a falta de informação sobre a saúde reprodutiva. “Muitas mulheres não sabem que o tempo dela para engravidar é finito, que depois dos 35 anos haverá um envelhecimento dos óvulos. Por isso, muitas acreditam que basta estar saudável de uma forma geral que a gravidez vai acontecer.”

Lourenço, da Organon, concorda com a especialista. “A informação sobre a saúde da mulher ainda é inadequada; pouco se fala sobre o planejamento da sua vida reprodutiva. Ela quer adiar a gravidez, mas não sabe o que deve levar em consideração”, diz. Mas, para o executivo, já é possível ver avanços, com a procura por contraceptivos mais adequados a cada mulher, o congelamento social dos óvulos porque não chegou o momento de engravidar ou a busca por tratamentos de fertilização assistida.

O diretor-geral da Organon acredita que a grande evolução na sociedade virá quando a maioria das mulheres tiver seus filhos quando e da maneira que desejarem. “As informações ainda são pouco difundidas, e estamos com planos para assumir, como empresa, nosso papel social e ajudar nessa disseminação.” 

Hoje, segundo a especialista em reprodução assistida, a maioria das consultas na clínica é de casais que têm dificuldade para engravidar. A médica avalia que o mundo tem visto gerações deixando para engravidar mais tarde e que, por essa razão, acabam topando com algumas barreiras – como diminuição da reserva ovariana, endometriose e problemas de saúde masculinos. “As mulheres querem investir na carreira, ter segurança financeira, se sentem jovens e saudáveis, por isso não se dão conta das condições de sua saúde reprodutiva”, comenta.

Montanha-russa de emoções

Jéssica Millis Santos, de 30 anos, já tido dois filhos aos 16 anos. A confeiteira e o atual marido, que vivem em Uberlândia (MG), se mobilizam há 11 anos em torno da ideia de uma nova gestação. Ela é a chamada “tentante”. Moderadora de um grupo no Facebook do qual participam cerca de 23 mil mulheres, com planos de engravidar ou que já são mães, Jéssica tem contato diário com histórias comoventes – de mulheres que vibram com o resultado positivo do teste comprado na farmácia à frustração da interrupção inesperada da gestação. Sem sucesso até agora para engravidar nos tratamentos, o casal planeja recorrer à inseminação e assim realizar o sonho de aumentar a família.

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As incertezas trazidas pela dinâmica da vida atual e afloradas pela pandemia fizeram ainda mais mulheres pensarem sobre o desejo de ter filhos. Com cada vez mais recursos apresentados pela ciência, e ganhando autonomia sobre as suas próprias decisões, escolher o momento que julga certo para engravidar atrai as mulheres. O que mudou? A percepção de que, ao planejar a sua saúde reprodutiva, elas ficam menos suscetíveis à pressão social pela maternidade, à pressão do mercado de trabalho e à pressão pessoal pela escolha de um parceiro.

Camila Ávila é um exemplo. Aos 33 anos, empreendedora do setor de casamentos, Camila conta que sempre sonhou com a maternidade e planeja: “Quero dois filhos naturais e, quando ficar mais velha, um filho adotado, do coração”. Mesmo não sendo para já, Camila fez a coleta e o congelamento dos óvulos. Foram menos de 15 dias entre o início das injeções e o procedimento. “Vai passando a idade, relacionamentos que não dão certo. Achei que tinha de deixar a decisão para mim, não para o outro. Agora posso ter um filho na hora que eu quiser.”

Decidindo como e quando

“Evoluiu muito nos últimos anos a percepção sobre a autonomia da mulher a respeito do próprio corpo. Hoje é considerado natural que ela decida quando e se vai engravidar. Nada mais justo e desejável”, cita Ricardo Lourenço, diretor-geral da Organon do Brasil, empresa global de saúde líder no desenvolvimento de medicamentos para a saúde e o bem-estar das mulheres.

Assim como avança o interesse pelo congelamento de óvulos, as clínicas especializadas em fertilização vêm registrando uma procura crescente por casais com dificuldades de engravidar e que decidiram acelerar os planos também motivados pela pandemia. Afinal, a idade joga contra a fertilidade feminina. Muitas vezes, as mulheres não têm acesso a informações sobre sua vida reprodutiva e acabam por decidir pela maternidade quando a disponibilidade de óvulos já está comprometida.

Mais informações, mais chances

Para Melissa Cavagnoli, sócia da Clínica Hope, ginecologista e especialista em reprodução assistida e médica de Camila, ainda se vê com frequência nos consultórios a falta de informação sobre a saúde reprodutiva. “Muitas mulheres não sabem que o tempo dela para engravidar é finito, que depois dos 35 anos haverá um envelhecimento dos óvulos. Por isso, muitas acreditam que basta estar saudável de uma forma geral que a gravidez vai acontecer.”

Lourenço, da Organon, concorda com a especialista. “A informação sobre a saúde da mulher ainda é inadequada; pouco se fala sobre o planejamento da sua vida reprodutiva. Ela quer adiar a gravidez, mas não sabe o que deve levar em consideração”, diz. Mas, para o executivo, já é possível ver avanços, com a procura por contraceptivos mais adequados a cada mulher, o congelamento social dos óvulos porque não chegou o momento de engravidar ou a busca por tratamentos de fertilização assistida.

O diretor-geral da Organon acredita que a grande evolução na sociedade virá quando a maioria das mulheres tiver seus filhos quando e da maneira que desejarem. “As informações ainda são pouco difundidas, e estamos com planos para assumir, como empresa, nosso papel social e ajudar nessa disseminação.” 

Hoje, segundo a especialista em reprodução assistida, a maioria das consultas na clínica é de casais que têm dificuldade para engravidar. A médica avalia que o mundo tem visto gerações deixando para engravidar mais tarde e que, por essa razão, acabam topando com algumas barreiras – como diminuição da reserva ovariana, endometriose e problemas de saúde masculinos. “As mulheres querem investir na carreira, ter segurança financeira, se sentem jovens e saudáveis, por isso não se dão conta das condições de sua saúde reprodutiva”, comenta.

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Jéssica Millis Santos, de 30 anos, já tido dois filhos aos 16 anos. A confeiteira e o atual marido, que vivem em Uberlândia (MG), se mobilizam há 11 anos em torno da ideia de uma nova gestação. Ela é a chamada “tentante”. Moderadora de um grupo no Facebook do qual participam cerca de 23 mil mulheres, com planos de engravidar ou que já são mães, Jéssica tem contato diário com histórias comoventes – de mulheres que vibram com o resultado positivo do teste comprado na farmácia à frustração da interrupção inesperada da gestação. Sem sucesso até agora para engravidar nos tratamentos, o casal planeja recorrer à inseminação e assim realizar o sonho de aumentar a família.

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