Tribunal americano quebra patente de pílula Yasmin

Bayer estuda repercussão da decisão judicial sobre o anticoncepcional oral YAZ, seu monopólio até 2009

Efe

04 de março de 2008 | 17h11

Um tribunal da cidade americana de Nova Jersey quebrou a patente para a pílula anticoncepcional Yasmin dos laboratórios Schering, adquiridos pela gigante alemã dos medicamentos Bayer em 2006, na disputa legal com o fabricante de genéricos Barr Laboratories. "A Bayer considera esta decisão equivocada, e estudará novas medidas legais, já que a empresa quer defender com veemência seus direitos de patentes", disse a companhia alemã em comunicado. Além disso, a Bayer estuda a repercussão da decisão judicial sobre a patente da Yasmin sobre o anticoncepcional oral YAZ - versão de menor dosagem do outro medicamento -, que foi aprovado pelas autoridades médicas americanas em 2006. A sentença do tribunal de Nova Jersey considera inválida a patente 531 para a Yasmin. No entanto, a Bayer tem o monopólio para venda do YAZ nos Estados Unidos como contraceptivo oral até 16 de março de 2009. Por isso, segundo a companhia alemã, os fabricantes de genéricos não podem vender esta versão do YAZ como anticoncepcional oral antes dessa data. A Bayer Schering Pharma faturou 321 milhões de euros (US$ 488 milhões) nos EUA com a Yasmin em 2007.

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