TV em excesso pode aumentar risco de depressão, diz estudo

Hábito é comum em jovens que desenvolveram a doença na idade adulta; vídeos e videogame ficam de fora

Efe,

03 de fevereiro de 2009 | 06h35

O ato de assistir televisão em excesso durante a juventude pode estar associado aos riscos de depressão na idade adulta, assegura um estudo publicado nesta terça-feira, 3, pela revista americana Archives of Geral Psychiatry. Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Pittsburgh e da escola médica de Harvard concluiu que ver de forma excessiva televisão é algo comum entre jovens que desenvolvem depressões com o passar dos anos, sobretudo no caso dos homens. Os encarregados do estudo, no entanto, não explicaram de que maneira a televisão afeta o futuro estado de ânimo da pessoa. Para fazer esse estudo, foram medidos os hábitos de mais de quatro mil adolescentes e se calculou que cada hora de televisão diária fazia aumentar o risco de depressão em 8%. Outros formatos de entretenimento audiovisual, como ver vídeos ou o uso de videogames não se refletiram como fator vinculado à depressão. Os autores do estudo afirmaram que não se pode concluir a partir desse resultado que ver excessivamente televisão cause depressão, mas sim que este hábito se encontrou mais presente nos jovens que sofrem da doença com o passar dos anos.

Tudo o que sabemos sobre:
estudotelevisãodepressão

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.