UE critica controle do Brasil sobre toxinas em frutas secas

Especialistas vieram ao País examinar vigilância contra contaminação de substâncias cancerígenas

Efe

08 Setembro 2010 | 19h26

BRUXELAS - A Comissão Europeia, órgão executivo da União Europeia (UE), criticou os controles do Brasil sobre toxinas em suas frutas secas, pois considera que eles não garantem que as exportações ao mercado europeu cumpram os limites que exige a UE, segundo um relatório publicado nesta quarta-feira, 8.

Trata-se de conclusões de uma missão de especialistas do Escritório Veterinário e Alimentar (FVO, na sigla em inglês) da Comissão ao Brasil, realizada em março, para examinar a vigilância contra a contaminação de aflatoxinas - toxinas naturais que atingem amendoins, amêndoas e outros frutos secos e podem contribuir para o desenvolvimento de câncer.

Os especialistas europeus consideram que, com os sistemas de controle das autoridades brasileiras, não está garantido que o envio de frutos secos do Brasil cumpra as exigências da UE. Para a comissão, o País deve fazer "mais esforços" na cadeia de produção alimentícia.

Nos últimos anos, as exportações brasileiras de frutos secos ao mercado europeu caíram. A mercadoria entra principalmente pela Holanda, Alemanha, Itália e pelo Reino Unido.

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