Uma jornada de conquistas diárias
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Uma jornada de conquistas diárias

O diagnóstico de câncer é sempre um momento difícil para o paciente e seus familiares. A partir dele, participar das decisões do próprio tratamento e contar com uma rede de apoio dão mais segurança e qualidade de vida ao paciente

Janssen, Estadão Blue Studio
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27 de julho de 2021 | 07h30

Vencer o câncer é uma conquista diária, marcada por incontáveis momentos – muito além da cura da doença ou da remissão. A conquista significa viver da melhor forma possível dia após dia, com mais qualidade de vida. Nesse sentido, é fundamental reconhecermos e celebrarmos tanto os avanços dos tratamentos quanto o cuidado humanizado e acolhedor da rede que suporta esses pacientes: familiares, médicos, enfermeiros, gestores de saúde pública e privada.

Com a missão de tornar as doenças parte do passado, a Janssen – empresa farmacêutica da Johnson & Johnson – é integrante dessa solução e acredita que todos os envolvidos nessa jornada de cuidado merecem igual protagonismo.

Por isso, fortalecer a rede de apoio envolvida na trajetória de cada pessoa que convive com o câncer faz parte do compromisso da Janssen de humanizar o atendimento. Valorizando o cuidado integral do paciente e acreditando na importância das conquistas nesta trajetória, a Janssen dá voz aos envolvidos que estão empenhados em transformar esse caminho, do diagnóstico ao tratamento, o melhor possível. É encorajador e esperançoso ouvir o que eles têm a dizer.


A RESILIENTE MARILÉIA

A pedagoga Mariléia Marcondes Moreno Pinheiro, de 59 anos, acredita ter nascido com uma missão: cuidar de pessoas com câncer e jamais pensar em desanimar ou desistir. Seu primeiro contato com a doença foi no final de 1996, quando seu filho Elton foi diagnosticado com leucemia aos 10 anos de idade. “Na época eu perdi o chão. Mas em nenhum momento passou pela minha cabeça que meu filho poderia ir embora”, conta. Dez anos depois, Elias, então marido de Mariléia, recebeu o diagnóstico de câncer de estômago, e a doença foi se apresentando de forma severa. Mas ele nunca desistiu de lutar. “A cada dia em que ele venceu o câncer, experimentou a vida com novas experiências, e priorizamos o que ele mais gostava de fazer. Ele partiu, mas venceu a doença a cada dia que lutou.”

Quatro anos depois, Mariléia conheceu Roberto, seu atual marido. Um mês depois do casamento ele descobriu um câncer de próstata. “Foi o terceiro diagnóstico de câncer na minha vida. Dessa vez eu tive uma conversinha mais séria com Deus”, brinca. Roberto foi operado e hoje está livre da doença. “O câncer não é uma sentença de morte e sim uma lição de vida. A conquista do câncer é vencer cada dia com fé, com alegria, com cuidado e com paciência.”


A ENFERMEIRA VERONICA

A enfermeira oncológica Veronica Paula Torel de Moura, de 42 anos, não escolheu a profissão por acaso. Ela era uma criança de apenas 13 anos quando sua mãe morreu em consequência de um câncer de mama. “Minha mãe faleceu muito nova, e acho que isso ficou no meu subconsciente. Desde então, eu sabia que iria trabalhar com pacientes oncológicos.”

Com foco no acolhimento, Veronica mostra as formas de driblar as dificuldades do tratamento. “Vou apresentando as soluções para as principais dúvidas porque é a primeira vez, por exemplo, que essa mulher está passando por isso. E eu vivo isso todos os dias atendendo dezenas de pacientes.”

 Há quase 20 anos cuidando de pessoas passando por um câncer, Veronica viu as terapias oncológicas evoluírem muito e, muitas vezes, transformarem a doença em uma condição crônica. Para ela, a espiritualidade é fundamental para o bom andamento do tratamento. “O paciente com câncer vence todos os dias, o câncer não vence ninguém. Quando infelizmente ocorre a morte, não é uma derrota, é apenas uma passagem na jornada desse paciente.”


O AUDITOR-MÉDICO MÁRCIO

O pneumologista Márcio Vinicius Balzan trabalha há 24 anos como auditor-médico de operadoras de plano de saúde. Balzan diz que segue uma filosofia de sempre buscar minimizar o estresse e a ansiedade do paciente ao receber o diagnóstico de câncer, tentando agilizar o máximo possível a liberação de exames e procedimentos necessários para cada caso. “Meu objetivo é oferecer todos os recursos da medicina preventiva para que o diagnóstico desse paciente aconteça o mais precocemente possível.”

Para ele, a partir do momento em que a pessoa tem a confirmação do câncer, o foco passa a ser disponibilizar todo o arsenal terapêutico para agilizar esse tratamento. “Um diagnóstico de câncer traz um grande impacto para paciente e familiares. Cada dia com saúde é um ganho e tem que ser festejado. A nossa maior conquista como gestor é tornar essa jornada mais simples.”


O HEMATOLOGISTA BRENO

O onco-hematologista Breno Gusmão optou pela oncologia clínica porque queria estar mais perto dos pacientes. “O paciente oncológico é uma pessoa que você vai acompanhar por muitos anos, e a melhor forma de eu ajudar meu paciente é conversando com ele”, diz. Pequenos gestos – como fazer uma chamada de vídeo em pleno domingo de manhã – simbolizam o carinho do médico com seus pacientes. “Tive uma paciente que era fã do Andrea Bocelli e estava internada. Um certo dia pedi para o hospital colocar músicas dele no som ambiente. Isso trouxe lembranças positivas e fez a diferença no dia dela.”

Gusmão defende o fortalecimento da relação médico-paciente para que esse caminho a ser percorrido ocorra da forma mais leve possível. “Cada paciente é único e tem a sua história. Ao receber um diagnóstico de câncer, abre-se um abismo na vida dele. Muitos costumam achar que é o fim, mas hoje não é mais assim. Nós vencemos a doença todos os dias, de várias formas.”


O ONCOLOGISTA FÁBIO

O oncologista clínico Fábio Schutz teve seus primeiros contatos com pacientes com câncer quando fazia estágio em um dos principais centros de tratamento da doença em Curitiba (PR). “Naquela época [início dos anos 2000] poucas pessoas faziam residência nessa área. Fiz residência no Hospital das Clínicas, conheci a realidade e as dificuldades do Sistema Único de Saúde (SUS), e depois fui me especializar em São Paulo, onde tive acesso a tudo que existia de mais moderno no tratamento do câncer”, conta.

Em 2009 Schutz foi para os Estados Unidos, onde se especializou em tumores sólidos geniturinários (próstata, rim, bexiga e testículo). “É impossível um médico saber tudo sobre todos os tipos de câncer. A especialização permite que eu ofereça um tratamento cada vez mais personalizado para o meu paciente.”

Para ele, é preciso registrar esses avanços. “Ainda há muito estigma com a palavra câncer, ainda é muito difícil lidar com o diagnóstico. Mas a conquista do câncer é comemorar e reconhecer com o paciente todas as vitórias que ele alcança todos os dias ao longo da sua jornada, como tolerar bem a medicação, manter o tumor sem crescer, melhorar a sua qualidade de vida. Buscar enxergar que é possível ter otimismo.”


O FARMACÊUTICO MATEUS

Desde muito novo o farmacêutico Mateus Rossato se considerava um jovem curioso, e seu objetivo era ser pesquisador – foi o que o motivou a entrar no curso de farmácia. Por 15 anos se dedicou às pesquisas, mas queria colocar em prática o que aprendeu na academia. “Será que todo aquele conhecimento que eu acumulava estava impactando alguém? Ficava pensando em como eu poderia contribuir para mudar essa situação na prática”, lembra o farmacêutico ao contar como assumiu o cargo de consultor médico-científico na farmacêutica Janssen.

Rossato atua na disseminação de conteúdo científico sobre novas drogas e inovação em saúde. Uma das suas maiores conquistas foi contribuir para ampliar o conhecimento sobre a chegada de uma nova terapia, cujos resultados mostraram maior sobrevida, com qualidade, para quem enfrenta um diagnóstico de câncer de bexiga – tumor particularmente desafiador, muitas vezes com poucas opções de tratamento.

Para ele, a conquista do câncer é realizar vários pequenos sonhos no decorrer da jornada do paciente. “Muitas vezes achamos que apenas a cura é a vitória. Mas o importante para o paciente é saber que ele vai ter a melhor opção de tratamento, cada vez mais personalizado, e graças a isso ele terá qualidade de vida para acordar e brincar com o cachorro, cuidar do jardim, conversar com os vizinhos, fazer uma viagem.”

Investindo na vida

Na vanguarda da medicina, a Janssen investiu globalmente US$ 9,6 bilhões em pesquisa e desenvolvimento (P&D) de novos tratamentos no ano passado, o que representa 21% das vendas no período -, figurando entre as farmacêuticas que mais investem em P&D no mundo. O foco são soluções inovadoras para doenças que representam grandes desafios de saúde do nosso tempo e onde ainda há muitas necessidades a serem atendidas, caso da oncologia e da hematologia. Atualmente, as inovações nessas duas áreas compreendem tratamentos para cânceres de bexiga, próstata e mais recentemente pulmão, além de mieloma múltiplo, leucemias e linfomas.

Assista o depoimento do vídeo:

 

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