Andrew Testa/The New York Times
Andrew Testa/The New York Times

Unidade de Oxford no Rio vai priorizar pesquisa em saúde e formação de profissionais

Será a primeira unidade do tipo fora do Reino Unido; instituição deve ter cursos de mestrado e doutorado

Roberta Jansen, O Estado de S. Paulo

06 de dezembro de 2021 | 22h41

RIO - A testagem da vacina e a transferência da tecnologia de produção da vacina Oxford/AstraZeneca à Fiocruz foram os primeiros passos para uma parceria oficializada agora. A tradicional universidade britânica terá uma unidade voltada para educação e pesquisa. Será a primeira fora do Reino Unido.

A unidade de Oxford no Brasil deve priorizar a pesquisa em saúde global. Também focará a formação de novos profissionais na área de doenças infecciosas, pesquisas clínicas e desenvolvimento de imunizantes. A unidade deve oferecer cursos de mestrado, doutorado e de atualização para profissionais dessas áreas. Trabalhará ainda no desenvolvimento de novos medicamentos e vacinas.

“O escopo da nossa parceria vai além da vacina (contra a covid-19)”, afirmou o professor Andrew Pollard. “Vamos trabalhar também em outras áreas, como a cardiologia, além de proporcionar oportunidade aos muitos jovens talentosíssimos do Brasil", disse ele, em evento que teve participação do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. 

O trabalho no Brasil será feito em parceria com instituições brasileiras. Estão nessa lista o Instituto Nacional de Cardiologia, o Instituto Nacional do Câncer e o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia.

O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello também participou do evento. Em seu discurso, Queiroga agradeceu ao antecessor por seu apoio na transição de cargo.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.