Universidades buscam reduzir custos da prótese

Uma mão eletrônica similar à desenvolvida pela Rede Sarah deverá ser testada ainda neste ano em voluntários por pesquisadores da USP de São Carlos, no interior do Estado. O objetivo é fazer com que a prótese seja capaz de realizar três tipos de movimentos básicos - que ainda estão sendo definidos por meio de pesquisas com deficientes. Além disso, ela deverá transmitir ao usuário sensações de peso e temperatura. O aparelho, batizado de Mão de São Carlos, está sendo elaborado no Laboratório de Biocibernética e Engenharia de Reabilitação da universidade. A prótese respeitará a força aplicada pelo usuário ao objeto, uma das grandes dificuldades da maioria dos aparelhos existentes hoje. Os eletrodos que serão usados para transmitir os impulsos estão sendo desenvolvidos no próprio laboratório, que busca uma tecnologia mais barata e específica para essa função. Na Unicamp, uma prótese parecida também está sendo projetada. O objetivo do pesquisador, o engenheiro elétrico Marcos José Sanvidotti, é criar uma tecnologia cerca de 30% mais barata.

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