Uso de contraste leva policial militar para a UTI no interior de São Paulo

Exames de ressonância foram suspensos no Hospital Frei Galvão, em Guaratinguetá

Gerson Monteiro, Especial para o Estado,

31 de janeiro de 2013 | 22h14

GUARATINGUETÁ - Um policial militar, de 52 anos, está internado na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Frei Galvão, em Guaratinguetá, a 180 km de São Paulo. Ele passou mal depois de receber uma injeção de contraste na veia para um exame de ressonância magnética no abdômen.

O paciente, que trabalha na capital e mora no Vale do Paraíba, teria recebido a substância para facilitar a visualização dos órgãos durante o exame. De acordo com o Hospital Frei Galvão, o estado de saúde do policial é estável e ele segue respirando por aparelhos.

A Vigilância Sanitária de Guaratinguetá foi notificada e os exames de ressonância no hospital foram suspensos.

Nesta semana, em Campinas, três pessoas morreram após passarem pelo mesmo tipo de exame. Por precaução, a Vigilância Sanitária Estadual interditou os lotes do medicamento usados em Campinas. O contraste utilizado no Frei Galvão não faz parte dos lotes interditado pelo Estado.

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